Tarifas Americanas Aumentam, Busca Nova Rota Após Decisão da Suprema Corte
O presidente dos Estados Unidos, do Partido Republicano, está prestes a assinar um decreto que eleva as tarifas de importação para 15%, conforme declarado pelo representante comercial Jamieson Greer. A medida, que visa “ser apropriada em diversos casos”, representa uma resposta direta à recente decisão da Suprema Corte, que considerou as tarifas globais implementadas durante o governo anterior ilegais.
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A decisão da corte, datada de 20 de fevereiro de 2026, impactou diretamente a estratégia comercial dos EUA.
Segundo Greer, a expectativa é de que as taxas continuem a subir, podendo alcançar até 15% para alguns países e, potencialmente, valores ainda mais altos para outros. “Estamos buscando manter a continuidade das ações que temos implementado”, explicou Greer em uma entrevista na quarta-feira (25 de fevereiro de 2026). “Atualmente, já possuímos uma tarifa de 10%, e essa subirá para 15% em alguns casos, alinhando-se com as tarifas que já temos em vigor.”
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Processo e Expectativas do Governo
O decreto inicial, assinado na terça-feira (24 de fevereiro de 2026), estabeleceu uma taxa global de 10% sobre produtos importados. O governo americano busca reestabelecer o regime tarifário após a decisão da Suprema Corte, mas o processo pode levar “alguns meses”, segundo estimativas de Greer.
A lei permite que o presidente imponha a taxa por até 150 dias antes da aprovação do Congresso, o que oferece flexibilidade para o governo agir rapidamente.
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Foco em Acordos e Relações com a China
Apesar das tensões comerciais, o governo norte-americano não pretende aumentar as tarifas sobre produtos chineses. Greer afirmou que o objetivo é “cumprir o acordo que temos com eles”, e o presidente Trump planeja visitar a China no final de março ou início de abril para discutir uma possível extensão da trégua tarifária entre os dois países.
A expectativa é de que essa negociação possa levar a uma resolução mais duradoura para as relações comerciais entre os Estados Unidos e a China.
