Carta chocante de Esquivel: Trump, “ditador global” e ameaça nuclear! O intelectual denuncia agressões e genocídio. Saiba mais!
O intelectual argentino Pérez Esquivel enviou uma carta aberta ao ex-presidente Barack Obama, expressando sua profunda preocupação com as políticas do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em sua mensagem, Esquivel descreve Trump como um “ditador global” e o “terrorista número um”, levantando alertas sobre o risco de um conflito nuclear global.
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Um ponto central da denúncia é o endurecimento do bloqueio econômico imposto a Cuba, que Esquivel considera uma tentativa de “estrangular economicamente” a ilha, dificultando o acesso a suprimentos essenciais como petróleo. O prêmio Nobel da Paz condenou a estratégia de subjugar o povo cubano através da fome e da pressão com o uso da força.
Ele instou Obama a retomar o diálogo iniciado, buscando evitar maiores prejuízos à situação.
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A carta também aborda a agressão militar ocorrida em 3 de janeiro na Venezuela, que Esquivel classificou como uma invasão direta. Ele acusou Trump de sequestrar o presidente Nicolás Maduro e a primeira-dama Cilia Flores, mantendo-os detidos nos EUA sem garantias legais.
Além disso, o intelectual denunciou a cumplicidade na situação no Oriente Médio, responsabilizando Trump pelo genocídio contra o povo palestino e criticando a impunidade de Benjamin Netanyahu, apesar das acusações do Tribunal Penal Internacional.
Esquivel também questionou a perseguição a imigrantes e as tentativas de imposição de hegemonia sobre países como México, Brasil, Nicarágua e Irã. Ele enfatizou que a paz não se limita à ausência de conflito, mas exige justiça social e respeito à soberania de cada nação.
O intelectual alertou para os riscos que a irresponsabilidade da administração Trump representa para a estabilidade do hemisfério ocidental e a segurança global, instando Obama a mobilizar o Congresso para reverter essas políticas.
Pérez Esquivel expressou confiança em uma nova “rebelião de consciência” no povo americano, similar à que ocorreu durante a Guerra do Vietnã, e defendeu a construção de um contrato social que priorize a dignidade humana sobre os interesses belicistas das elites de Washington.
Ele acredita que somente através da justiça e do respeito mútuo será possível alcançar a paz e a segurança para todos.
Autor(a):
Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.