Controvérsia Internacional Após Eliminação da Seleção Feminina de Futebol do Irã
O presidente dos Estados Unidos, do Partido Republicano, causou grande repercussão ao criticar a Austrália por permitir que jogadoras da seleção de futebol iraniana retornassem ao país após a exibição do hino nacional. A declaração foi feita em seu perfil na Truth Social na segunda-feira, 9 de março de 2026, e expressou uma forte preocupação com o que ele considerou um “terrível erro humanitário”.
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Trump solicitou formalmente ao primeiro-ministro australiano, do Partido Trabalhista (centro-esquerda), que concedesse asilo às atletas, intensificando a atenção sobre o caso.
Apesar da crítica inicial, o republicano reconheceu que o primeiro-ministro Albanese está colaborando e realizando um “ótimo trabalho” na situação. A seleção feminina do Irã foi eliminada da competição no domingo, 8 de março de 2026, após uma derrota por 2 a 0 para as Filipinas.
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A emissora australiana divulgou informações sobre a saída de cinco jogadoras da delegação iraniana do grupo, que agora estão sob proteção da Polícia Federal Australiana (PFA).
Reações e Preocupações
Trump argumentou que outras jogadoras também deveriam buscar proteção das autoridades australianas. No entanto, ele também mencionou que algumas atletas expressam preocupação com a segurança de suas famílias e preferem retornar ao Irã. A situação ganhou ainda mais complexidade com a rotulagem das jogadoras como “traidoras em tempo de guerra” por um comentarista da Irib (Islamic Republic of Iran Broadcasting), a emissora estatal iraniana.
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Contexto da Tensão Regional
A campanha das jogadoras ocorreu em meio a um cenário de crescente tensão no Oriente Médio, desencadeada por um ataque conjunto entre os Estados Unidos e Israel contra o aiatolá Ali Khamenei, o ex-líder supremo do Irã. A situação continua sob observação, com diferentes países e organizações buscando soluções diplomáticas para a crise.
