Três indivíduos são detidos em Limeira e Indaiatuba por morte de Maria Eduarda Rodrigues
A morte de Maria Eduarda Rodrigues gerou uma série de detenções, incluindo três novos suspeitos, enquanto as investigações sobre o acidente seguem em andamento
No último sábado, 20 de junho de 2026, três indivíduos foram detidos em conexão com a morte de Maria Eduarda Rodrigues, uma jovem que sofreu um acidente fatal durante uma atividade de rope jump sem corda de segurança. As prisões ocorreram em Limeira e Indaiatuba, no interior de São Paulo, onde os suspeitos foram localizados.
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Antes dessas detenções, outros três instrutores já haviam sido presos um dia após o incidente, ocorrido em 13 de junho. Os primeiros detidos foram identificados como Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves, que aparecem em um vídeo do momento do acidente.
Detalhes das Novas Prisões e Defesa dos Acusados
A identidade dos novos presos não foi revelada pelas autoridades, mas sabe-se que eles estavam envolvidos na organização da atividade esportiva. A defesa de um dos detidos no último sábado, representada pelo advogado Vitor Aurélio, argumentou que seu cliente “não participou ativamente do arremesso” e “prestou socorro à vítima”.
O advogado considera a prisão ilegal, alegando que não houve homicídio e que seu cliente estava apenas responsável por retirar o equipamento após o salto.
A defesa também destacou a existência de uma câmera corporal que poderia comprovar a versão apresentada. Segundo o advogado, essa evidência é crucial para esclarecer as circunstâncias do acidente.
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Investigações em Andamento e Medidas Judiciais
Além das novas prisões, a Justiça autorizou mandados de busca e apreensão nos endereços dos suspeitos detidos recentemente. Equipamentos eletrônicos e celulares foram confiscados na expectativa de encontrar informações relevantes para a investigação.
Indícios apontam que conteúdos digitais importantes podem ter sido deletados após o acidente, o que motivou as solicitações cautelares da Polícia Civil.
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A investigação se concentra na possível prática de crimes dolosos contra a vida e fraude processual. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que as diligências continuam com o objetivo de esclarecer todos os detalhes da ocorrência e identificar as responsabilidades envolvidas.
Contexto do Acidente e Repercussão
Maria Eduarda Rodrigues procurou a empresa para realizar um salto de rope jump, mas foi lançada da ponte sem estar presa ao sistema de segurança. Testemunhas relataram que ouviram gritos quando perceberam a ausência da corda. Após o acidente, tentativas de reanimação cardiopulmonar (RCP) foram realizadas até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas ela não resistiu aos ferimentos e faleceu no local devido ao politraumatismo.
A tragédia gerou repercussão significativa na comunidade local e levantou questões sobre a segurança das atividades esportivas oferecidas pela empresa responsável. O caso foi classificado pela Justiça como negligência, levando à negativa de liberdade dos primeiros presos acusados.
A Secretaria de Patrimônio da União (SPU) informou que está avaliando a situação da empresa que realiza essas atividades na Ponte do Esqueleto. Após o incidente trágico, discussões sobre possíveis restrições ao acesso à ponte começaram a ser levantadas por autoridades locais.