Trabalhadores CLTs do Sul do Brasil celebram a sanção da Lei nº 16.311, que garante um aumento de 8% no salário mínimo estadual, superando o nacional!
Uma ótima notícia chegou para milhares de trabalhadores com carteira assinada no Sul do Brasil. O novo salário mínimo estadual, que garante um ganho real para esses profissionais, foi confirmado com a sanção da Lei nº 16.311, publicada no Diário Oficial do Estado em 11 de junho de 2025.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O reajuste de 8% superou o aumento do salário mínimo nacional em 2026, que foi de 6,79%. Isso se traduz em mais dinheiro no bolso e um fortalecimento do poder de compra para os trabalhadores.
Para os profissionais que atuam sob o regime CLT em setores estratégicos da economia gaúcha, essa mudança representa uma conquista significativa. A faixa 3, que estabelece o piso em R$ 1.871,75, abrange trabalhadores das indústrias de alimentos, móveis, química, farmacêutica, além de empregados do comércio e armazéns.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Além disso, conforme informações do governo estadual, os pisos agora variam entre R$ 1.789,04 e R$ 2.267,27, dependendo da atividade profissional. A seguir, confira como ficaram as faixas.
O Executivo estadual enviou o projeto à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul em regime de urgência no dia 26 de maio. A proposta foi aprovada em 3 de julho, com 46 votos a favor, consolidando o reajuste como uma política de valorização da mão de obra local.
O governo tem como objetivo estimular o emprego formal, preservar o poder de compra e reconhecer a importância dos trabalhadores para a economia do estado. Quando o salário mínimo estadual é superior ao nacional, as empresas são obrigadas a pagar o piso regional, e os empregadores devem atualizar contratos e folhas de pagamento conforme a faixa profissional.
O salário mínimo regional é um piso estabelecido por alguns estados para categorias que não têm valor fixado por convenção coletiva. Ele leva em conta o custo de vida local e, por lei, deve ser superior ao mínimo nacional.
Atualmente, além do Rio Grande do Sul, apenas São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro e Santa Catarina adotam esse modelo. Embora o governo gaúcho ainda não tenha anunciado uma nova revisão para 2026, a expectativa é de que novos reajustes continuem a ocorrer.
Para os CLTs beneficiados, o clima é de celebração: aumento real, salário maior e valorização profissional em 2026.
Autor(a):
Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.