TJRJ revoga prisão domiciliar de Danúbia de Souza Rangel; entenda os motivos por trás da decisão

A revogação da prisão domiciliar de Danúbia de Souza Rangel levanta questões sobre a avaliação de periculosidade e o cuidado da filha. Quais os próximos passos?

(Imagem de reprodução da internet).

TJRJ Revoga Prisão Domiciliar de Danúbia de Souza Rangel

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) decidiu revogar a prisão domiciliar de Danúbia de Souza Rangel, que foi condenada por lavagem de dinheiro. Com essa decisão, ela retornou ao sistema prisional nesta terça-feira (9). De acordo com a Seppen (Secretaria de Estado de Administração Penitenciária), Danúbia está atualmente custodiada no Presídio Djanira Dolores de Oliveira, localizado no Complexo de Bangu.

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Danúbia havia recebido o benefício da prisão domiciliar em julho de 2025, logo após dar à luz uma menina que foi diagnosticada com Síndrome de Down. O pedido para revogação da prisão domiciliar foi feito pelo MPRJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro), que apresentou argumentos como a avaliação de periculosidade da condenada e a disponibilidade de outras pessoas para cuidar da criança, que agora tem 10 meses.

Cumprimento da Decisão Judicial

A decisão judicial estipulou que Danúbia deveria se apresentar à Justiça em até 15 dias para reiniciar o cumprimento da pena em regime semiaberto. Segundo a defesa, ela já estava a caminho do fórum para cumprir essa determinação quando foi abordada por policiais militares.

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A abordagem ocorreu na tarde desta terça-feira (9), na Avenida Salvador Allende, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, nas proximidades do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes).

O advogado Marco Aurélio informou que Danúbia estava sendo levada à Vara de Execuções Penais para iniciar os procedimentos de ingresso em uma unidade prisional. Além disso, a defesa ressaltou que os policiais solicitaram que ela os acompanhasse até uma delegacia.

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Outro advogado que a acompanhava afirmou que não havia mandado de prisão expedido contra sua cliente. No momento da abordagem, Danúbia estava com a filha no colo e portava um equipamento que monitorava o cumprimento das condições impostas pela Justiça.