Tiroteio em evento de Trump relembra atentado a Ronald Reagan há 45 anos

Um atentado a Ronald Reagan e um tiroteio em evento de Donald Trump marcam a história. Descubra os detalhes surpreendentes desses incidentes!

26/04/2026 12:06

2 min

Tiroteio em evento de Trump relembra atentado a Ronald Reagan há 45 anos
(Imagem de reprodução da internet).

Atentado a Ronald Reagan e Tiroteio em Evento de Trump

Há 45 anos, o ex-presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, foi alvo de um atentado a tiros ao deixar o mesmo hotel do qual o presidente Donald Trump precisou ser retirado às pressas durante um evento no último sábado (25). Na noite anterior, Trump participava do Jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca quando um homem, de 31 anos, abriu fogo no hotel Washington Hilton.

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De acordo com o chefe do departamento de polícia do Distrito de Columbia, o suspeito estava hospedado no local. Até o momento, as razões para o tiroteio permanecem desconhecidas.

Em 30 de março de 1981, Reagan deixava o hotel Hilton após discursar para 5.000 membros da AFL-CIO (Federação Americana do Trabalho e Congresso de Organizações Industriais) quando foi atacado. John Hinckley Jr. disparou vários tiros de um revólver calibre 22 contra o presidente e sua equipe de segurança.

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Uma das balas atingiu Reagan abaixo da axila esquerda, resultando em uma internação de doze dias antes que ele pudesse retomar suas atividades na Casa Branca.

Além de Reagan, também foram feridos o secretário de imprensa James Brady, que ficou com deficiências permanentes, o agente do Serviço Secreto Timothy McCarthy e o policial Thomas Delahanty. Hinckley recebeu liberdade condicional em 2016, após 30 anos em um hospital psiquiátrico em Washington, e viveu com sua mãe na Virgínia até o falecimento dela em 2021.

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Em seu julgamento de 1982, um júri o considerou inocente por motivo de insanidade, o que levou à aprovação de leis que restringem o uso da insanidade como defesa em casos semelhantes.

Em setembro de 2021, o juiz distrital dos EUA Paul Friedman determinou que Hinckley estava “mentalmente estável” e cumpriu os termos de sua libertação condicional, que limitavam suas viagens e uso da internet, além de decidir por sua libertação incondicional.

Os médicos que o avaliaram afirmaram ao tribunal que o risco de ele cometer atos de violência era remoto, e os promotores federais concordaram com essa avaliação.

Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

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