Tiros no Senado das Filipinas: caos e apelo de Ronald dela Rosa por ajuda urgente

Tiros no Senado das Filipinas geram pânico e incerteza, enquanto Ronald dela Rosa clama por apoio contra sua iminente prisão pelo TPI. Entenda o que aconteceu!

13/05/2026 14:26

2 min

Tiros no Senado das Filipinas: caos e apelo de Ronald dela Rosa por ajuda urgente
(Imagem de reprodução da internet).

Tiros no Senado das Filipinas geram caos e incerteza

Na quarta-feira (13), tiros foram ouvidos no Senado das Filipinas, levando as pessoas a buscar abrigo, conforme relatos de testemunhas à agência de notícias Reuters. O incidente ocorreu em meio a uma expectativa crescente de uma tentativa de prisão de um senador procurado pelo TPI (Tribunal Penal Internacional).

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A situação gerou confusão, e não estava claro o que estava acontecendo ou quem havia disparado os tiros. Mais de 10 militares chegaram ao local, alguns armados com fuzis de assalto, conforme informações de jornalistas da Reuters. A razão da presença dos soldados no Senado ainda não foi esclarecida, e os oficiais militares não estavam disponíveis para comentar o ocorrido.

Ronald dela Rosa e a iminente prisão

O episódio se desenrolou enquanto Ronald dela Rosa, conhecido por sua atuação na controversa “guerra às drogas” do ex-presidente Rodrigo Duterte, anunciou em sua conta no Facebook que sua prisão era iminente. Ele pediu à população que se mobilizasse para impedir sua entrega ao TPI.

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Dela Rosa, que se refugiou em seu escritório legislativo desde segunda-feira (11), convocou o público a comparecer e evitar sua prisão, alegando que agentes da lei estavam a caminho após a divulgação de um mandado de prisão emitido pelo TPI. Este mandado, datado de novembro e divulgado na segunda-feira, busca a prisão do ex-chefe de polícia por crimes contra a humanidade, os mesmos pelos quais Duterte, de 81 anos, é acusado e aguarda julgamento em Haia após ser preso no ano passado.

Em um vídeo postado em seu gabinete no Senado, Dela Rosa, de 64 anos, fez um apelo à população: “Espero que possam me ajudar. Não permitam que outro filipino seja levado a Haia”. Ele foi o principal tenente de Duterte, supervisionando uma repressão violenta que resultou na morte de milhares de supostos traficantes de drogas, com grupos de direitos humanos acusando a polícia de assassinatos sistemáticos.

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A polícia, por sua vez, nega as acusações, afirmando que os mais de seis mil mortos em operações antidrogas estavam armados e resistiram à prisão.

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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