The Athletic Aponta Uniformes Mais Feios da História, Brasil em 10º Lugar

The Athletic aponta o uniforme do Brasil em 2002 como um dos dez mais feios da história, evidenciando críticas sobre o design e a estética do traje

Na imagem, Ronaldo Fenômeno na Copa do Mundo de 2002 | Divulgação/Fifa

Uma análise histórica dos uniformes das Copas do Mundo revelou rankings que classificam os trajes esportivos como os mais feios e os mais bonitos da história do torneio. O The Athletic, a editoria de esportes do jornal norte-americano The New York Times, divulgou a lista, detalhando o posicionamento de cada seleção em relação ao design e à execução dos uniformes, incluindo o Brasil.

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Os 10 Uniformes Mais Feios da História

A avaliação dos uniformes mais questionáveis apontou a seleção da Bolívia, em 1930, como a campeã do pódio dos piores trajes. O design da camisa era particularmente marcante, apresentando letras individuais em preto e branco que, quando combinadas, formavam a frase “Viva Uruguai”, uma homenagem direta ao país anfitrião daquela edição.

Em seguida, o Brasil foi classificado na décima colocação entre os dez uniformes considerados menos esteticamente agradáveis. O artigo descreveu o traje de 2002 como um exemplo de “detalhes verdes irregulares”, considerando o elemento de design como “bizarro”.

A análise sugeriu que, mesmo sendo um uniforme de uma seleção histórica, o resultado final não atingiu um patamar de bom gosto.

A lista completa dos dez uniformes menos elogiados inclui, em ordem decrescente de qualidade, os trajes de Estados Unidos em 2022, Nigéria em 1994, Rússia em 1994, Suíça em 2022, Bélgica em 1982, e o Suíça de 2026, antes de chegar ao primeiro lugar boliviano de 1930.

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Destaques e Critérios nos Uniformes Mais Bonitos

Em contrapartida, o veículo de comunicação também compilou um ranking com os dez uniformes mais bonitos da história das Copas do Mundo. Neste cenário, o Brasil garantiu um lugar de destaque, ocupando a terceira posição com a camisa utilizada na Copa de 1986.

O que diferencia o traje de 1986, segundo a matéria, é um detalhe especial no escudo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Este emblema exibe de forma proeminente a Taça Jules Rimet, o troféu original da Copa do Mundo. O destaque foi atribuído ao fato de que o Brasil passou a guardar permanentemente este troféu após se tornar a primeira nação a conquistá-lo pela terceira vez, em 1970, um símbolo de grande ostentação esportiva.

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O ranking dos melhores uniformes também inclui o México de 1998, que ficou em segundo lugar, e a Alemanha de 1990, que conquistou o primeiro lugar. Outras seleções em destaque incluem a Argentina em 1986, que alcançou a quarta posição, e a Holanda em 1974, que figurou na décima colocação.

A análise dos uniformes não se limita apenas à estética, mas também ao contexto histórico e cultural que cada traje representa. A criação e o uso desses uniformes refletem a evolução do esporte e o crescente nível de detalhamento gráfico e simbólico nas grandes competições internacionais.

Os rankings de 1930 a 2026, compilados pelo The Athletic, oferecem um olhar divertido, mas informativo, sobre a moda esportiva e a identidade visual das seleções ao longo das décadas.