Tesouro Nacional projeta que despesas com precatórios alcançarão R$ 98,7 bilhões em 2028. Para 2026, a estimativa é de R$ 57,8 bilhões. Entenda!
O Tesouro Nacional prevê que o pico das despesas com precatórios fora da meta fiscal ocorrerá em 2028, atingindo R$ 98,7 bilhões. Para 2026, a estimativa é de R$ 57,8 bilhões em sentenças judiciais que não entram na meta de resultado primário.
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A partir de 2029, a expectativa é de uma redução gradual nos pagamentos de precatórios fora da meta fiscal, com a previsão de que esses valores sejam zerados até 2036. Essas informações estão contidas na 7ª Edição do Relatório de Projeções Fiscais do Tesouro, divulgado na segunda-feira (12).
A seguir, a projeção das despesas com sentenças judiciais excepcionalizadas da meta de resultado primário:
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Os precatórios representam dívidas reconhecidas judicialmente pela União. A partir de 2027, as despesas com precatórios começarão a ser gradualmente incluídas na apuração da meta fiscal, com um acréscimo mínimo de 10% em relação ao montante do ano anterior.
Segundo o Tesouro, a exclusão das despesas com sentenças judiciais dos limites da meta fiscal impactou as projeções da dívida bruta do país, que pode chegar a 95,4% do PIB em 2035.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.