Tereza Costa Rêgo choca com exposição “Sem Concessões” e obra épica!

Tereza Costa Rêgo choca com exposição “Sem Concessões”! 🤯

Na CAIXA Cultural, a artista revela obras chocantes sobre erotismo, política e liberdade. Não perca! 💥

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Tereza Costa Rêgo Expõe suas Reflexões na CAIXA Cultural

A partir desta quarta-feira (25), a renomada artista Tereza Costa Rêgo apresenta sua produção artística à capital pernambucana, com a inauguração da exposição “Sem Concessões” na CAIXA Cultural, localizada no Bairro do Recife. A mostra, que marca a estreia nacional da artista, reúne 30 obras que abrangem diversas fases de sua trajetória, explorando temas como erotismo, política, memória e a busca pela liberdade.

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Com acesso gratuito de terça a domingo, a exposição permanecerá aberta até o dia 21 de junho, oferecendo ao público uma visão abrangente da evolução artística de Tereza Costa Rêgo, consolidando sua posição como uma figura central na pintura figurativa brasileira.

O percurso expositivo convida o visitante a uma jornada de reflexão sobre as narrativas femininas que permeiam a obra da artista ao longo de décadas.

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Da Oficina Guaianases à Transgressão da Maçã

A exposição inicia-se com gravuras produzidas na Oficina Guaianases, em Olinda, na década de 1980. Nestas obras, já se percebem figuras marcadas por sentimentos de confinamento e opressão, prenúncio da intensidade que viria a caracterizar a produção de Tereza Costa Rêgo.

Ao longo da mostra, a maçã, um símbolo recorrente, ganha destaque, evoluindo para um elemento central que representa a transgressão e a busca por autonomia.

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Trabalhos como “Pecado Original”, “O Parto do Porto”, “Cobertor de Gatos” e o imponente “Apocalipse de Tereza”, com 12 metros de extensão, se destacam pela sua força visual e narrativa. A obra monumental sintetiza temas como a vida, a morte, o erotismo e a história, refletindo a complexidade da visão de mundo da artista.

Influências e Legado

A pintura de Tereza Costa Rêgo se desenvolve a partir da interseção entre suas experiências pessoais e eventos históricos significativos. Referências a episódios como a Guerra de Canudos e o período da Ditadura Militar são incorporadas à sua obra, enriquecendo o significado das narrativas apresentadas.

A curadoria de Denise Mattar organiza a exposição como um processo de afirmação da voz feminina, utilizando cores vibrantes e composições densas para criar uma experiência visual impactante.

Tereza Costa Rêgo, que faleceu em 2020 aos 91 anos, deixou um legado de ruptura e experimentação. Sua trajetória, marcada por decisões audaciosas como deixar um casamento tradicional para se dedicar à arte e à política, e por vivências em diferentes países, como São Paulo, Chile e Paris, culminou em um trabalho singular e influente na cena artística brasileira.

Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.

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