Terapia por Ondas de Choque: O Segredo para Recuperar Lesões Musculoesqueléticas!

Descubra como a terapia por ondas de choque, com o ortopedista Paulo Roberto Santos, transforma o tratamento de lesões musculoesqueléticas e alivia dores!

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Terapia por Ondas de Choque: Um Tratamento Eficaz para Lesões Musculoesqueléticas

A terapia por ondas de choque tem se estabelecido como uma opção eficaz para o tratamento de diversas lesões musculoesqueléticas, especialmente entre atletas. Este método utiliza ondas acústicas de alta energia para estimular a recuperação de lesões crônicas, como tendinites e calcificações.

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O ortopedista Paulo Roberto Santos, um dos pioneiros na aplicação dessa técnica no Brasil, afirma: “Isso promove a regeneração de tecidos, melhora a circulação e alivia a dor sem cirurgia”.

O tratamento é não invasivo e consiste na aplicação de ondas em pontos específicos do corpo, acelerando o processo de cicatrização. Pesquisas indicam que a reabsorção de calcificações ocorre com o tratamento, além da manutenção da melhora da dor e da função por pelo menos seis meses após a terapia.

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Resultados e Limitações do Tratamento

No caso da tendinose sem calcificação, onde o paciente apresenta dor progressiva, rigidez matinal e perda de força, as evidências são mais limitadas. Embora existam resultados promissores, faltam estudos com ondas de alta intensidade para definir protocolos e eficácia de forma mais clara.

Em relação à fascite plantar, que causa dor aguda ao dar os primeiros passos pela manhã ou após longos períodos sentado, as análises demonstram benefícios. Contudo, a relação entre dose e efeito não é linear, com uma tendência de resposta a doses maiores, mas a tolerância do paciente também influencia a escolha entre ondas radiais e focalizadas.

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Modalidades e Contraindicações

O médico explica que existem várias modalidades de ondas de choque. As ondas eletro-hidráulicas são as mais potentes, com focos de tratamento mais amplos e profundos, seguidas pelas eletromagnéticas e piezoelétricas. As ondas radiais, embora gerem menor energia, são mais adequadas para tratar áreas maiores.

A combinação dessas modalidades tem mostrado resultados mais eficazes.

Quanto às contraindicações, o tratamento pode não ser indicado para pacientes que utilizam anticoagulantes potentes, em aplicações na região pulmonar ou em grandes artérias e veias, além de casos de processos infecciosos agudos ou tumores na área de aplicação.

Efeitos colaterais podem incluir petéquias, pequenos pontos vermelhos ou arroxeados na pele, além de vermelhidão e hematomas.

Autor(a):

Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.

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