Retirada de Cidadãos e Funcionários Diplomáticos do Oriente Médio
Diversos países iniciaram a retirada de dependentes de diplomatas e funcionários não essenciais de algumas regiões do Oriente Médio. Além disso, muitos estão aconselhando seus cidadãos a evitarem viagens ao Irã, em meio ao aumento das tensões entre Washington e Teerã.
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Os Estados Unidos e o Irã buscam discutir o programa nuclear iraniano e a possibilidade de alívio das sanções, mas ambos os lados demonstram ceticismo em relação às intenções um do outro.
O presidente americano, Donald Trump, está tentando pressionar o Irã a fazer concessões. A seguir, estão os países que tomaram medidas em resposta à situação.
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Medidas de Diversos Países
- Finlândia: O Ministério das Relações Exteriores da Finlândia aconselhou seus cidadãos a evitarem todas as viagens ao Irã e a deixarem imediatamente o Iémen e a Líbia, em alertas de viagem atualizados no final de fevereiro.
- Austrália: O governo australiano orientou os dependentes de diplomatas em Israel e no Líbano a deixarem os países, devido à deterioração da segurança na região. Também foi oferecida a opção de saída voluntária para dependentes em Emirados Árabes Unidos, Jordânia e Catar.
- Sérvia: A Sérvia recomendou que seus cidadãos no Irã deixassem o país rapidamente, em razão do aumento das tensões e do risco à segurança.
- Polônia: O primeiro-ministro Donald Tusk declarou que os cidadãos poloneses devem deixar o Irã imediatamente.
- Estados Unidos: Os EUA estão retirando funcionários não essenciais e familiares elegíveis de sua embaixada no Líbano, em resposta às tensões com o Irã.
- Suécia: O Ministério das Relações Exteriores da Suécia aconselhou seus cidadãos a evitarem todas as viagens ao Irã e a deixarem o país imediatamente em 12 de janeiro de 2026. O ministro das Relações Exteriores afirmou que aqueles que decidirem permanecer não devem esperar ajuda do governo para a retirada.
- Índia: A embaixada indiana no Irã orientou os cidadãos a deixarem o país utilizando meios de transporte disponíveis, como voos comerciais.
- Chipre: O Chipre também aconselhou seus cidadãos a evitarem viagens ao Irã e a deixarem o país imediatamente em 13 de janeiro de 2026.
- Cingapura: Cingapura recomendou que seus cidadãos continuem adiando todas as viagens ao Irã.
- Alemanha: A Alemanha sugeriu que seus cidadãos deixem o Irã, destacando que voos comerciais ainda estão operando e que a saída por terra é viável.
- Brasil: O Brasil recomendou na semana passada que seus cidadãos deixem o Irã, seguindo um alerta semelhante feito a cidadãos do Líbano em janeiro. No ano anterior, o governo já havia aconselhado brasileiros a não viajarem para esses dois países.
