Tensão crescente entre EUA e Irã: Trump alerta sobre negociações e revela estratégia militar. O que pode acontecer a seguir? Clique e descubra!
Nesta sexta-feira (20), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um alerta ao governo do Irã, sugerindo que deveria “negociar um acordo justo”. O comentário foi feito em uma coletiva de imprensa, onde Trump destacou a diferença entre o povo iraniano e seus líderes, descrevendo a situação como “muito, muito, muito triste”.
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De acordo com a agência de notícias Reuters, o planejamento militar dos EUA para um possível ataque ao Irã está em um estágio avançado. Trump mencionou que está utilizando essa pressão para incentivar as autoridades iranianas a chegarem a um acordo.
Ele também reiterou que, caso não haja um novo acordo nuclear que beneficie todas as partes, a situação poderá se agravar.
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Trump revelou que enviou um porta-aviões, o Abraham Lincoln, e caças F-35 para a região, como parte da estratégia de pressão. Em resposta, autoridades iranianas rejeitaram a ideia de negociações sob ameaças. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que as conversas só ocorrerão em condições adequadas.
Araghchi também enfatizou que as Forças Armadas do Irã estão prontas para responder de forma “imediata e poderosa” a qualquer agressão contra o território, espaço aéreo ou águas do país. A escalada das tensões entre os dois países começou com as manifestações no Irã, onde a população protestou contra a inflação e o regime.
Trump alertou que tomaria medidas severas caso o governo iraniano reprimisse violentamente os protestos, afirmando que os EUA estavam “prontos e armados”. Durante os protestos, um bloqueio de internet foi imposto, e grupos de direitos humanos relataram abusos.
Ali Shamkhani, conselheiro do líder supremo do Irã, declarou que qualquer ataque dos EUA seria visto como o “início de uma guerra”.
Autor(a):
Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.