TCU investiga Banco Master: crise expõe irregularidades! 🚨 O Tribunal de Contas da União (TCU) apura a liquidação do Banco Master comemorações de 2025. Ministro Toffoli lidera investigação com suspeitas de créditos falsos. Saiba mais!
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Investigação do Caso Banco Master Continua com Intensidade no TCU
O Tribunal de Contas da União (TCU) iniciou, nesta sexta-feira, 2 de dezembro de 2025, uma inspeção detalhada no Banco Central (BC) para apurar os procedimentos que levaram à liquidação extrajudicial do Banco Master, decretada em novembro de 2024 pela autoridade monetária.
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O presidente do TCU, Vital do Rêgo, confirmou a iniciativa, explicando que ela foi motivada por uma nota técnica do Banco Central que chegou ao tribunal.
A área técnica do TCU passou a trabalhar diretamente com documentos do BC, buscando esclarecer detalhes da situação. O TCU acredita que a inspeção é um instrumento essencial para identificar lacunas de informação e esclarecer dúvidas específicas.
A equipe técnica estima que a análise dos documentos levará até 30 dias. O resultado final será encaminhado ao ministro Jhonatan de Jesus, relator do caso, que tomará as decisões sobre os próximos passos.
Liquidação Extrajudicial e o Caso Banco Master
A liquidação extrajudicial é uma medida extrema, aplicada quando uma instituição financeira enfrenta graves problemas que ameaçam sua solvência ou a estabilidade do sistema financeiro. No caso do Banco Master, o BC afastou a administração e iniciou o processo de encerramento das atividades da instituição de forma controlada.
O caso do Banco Master é complexo e envolve uma série de eventos que se desenrolaram ao longo de 2025. O Conselho de Administração do Banco Central aprovou, por unanimidade, a compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB) em 28 de março de 2025.
O acordo previa a aquisição de 49% das ações ordinárias do Master, 100% das ações preferenciais e 58% do capital total.
Em 17 de junho de 2025, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) aprovou a compra do Banco Master pelo BRB. Em 19 de agosto de 2025, a Câmara Legislativa do Distrito Federal também autorizou a operação. Em 3 de setembro de 2025, o Banco Central negou a compra do Banco Master pelo BRB.
Em 17 de novembro de 2025, a empresa Fictor anunciou a compra do Banco Master, em conjunto com um consórcio de investidores dos Emirados Árabes. A Fictor injetaria R$ 3 bilhões para fortalecer o capital da instituição, que passaria a se chamar Banco Fictor.
O Banco Central e o CADE ainda precisariam aprovar a transação. Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, foi preso no aeroporto de Guarulhos.
O Banco Central e o BRB, em 18 de novembro de 2025, liquidaram o Banco Master e implementaram o Regime de Administração Especial Temporária (RAET). A crise de liquidez do Conglomerado Master e o comprometimento do seu capital justificaram a medida.
Investigação em Andamento e Controvérsias
A investigação do caso Banco Master está sendo conduzida pelo ministro do STF Dias Toffoli, que busca esclarecer as circunstâncias da liquidação e identificar possíveis irregularidades. A Polícia Federal está colhendo depoimentos de Daniel Vorcaro, Paulo Henrique Costa e Ailton de Aquino Santos.
Após os depoimentos, a autoridade policial decidirá se realiza a acareação pelo ministro Toffoli. O Banco Central e o BRB se defenderam, afirmando que a supervisão bancária é feita de forma independente e vigilante.
A investigação também apura indícios de créditos falsos no sistema financeiro, que teriam sido usados para inflacionar o valor dos ativos do Banco Master.
Próximos Passos
A equipe do TCU continuará a trabalhar na análise dos documentos e na coleta de informações. A acareação, se decidida por Toffoli, será um passo crucial na investigação. O caso Banco Master permanece sob a atenção do TCU, com o objetivo de garantir a transparência e a responsabilidade na gestão do sistema financeiro brasileiro.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.