Taiwan observa reuniões entre EUA e China e reforça laços com Donald Trump e Xi Jinping
Taiwan observa atentamente as reuniões entre Donald Trump e Xi Jinping, reafirmando seu compromisso com a estabilidade regional e a cooperação com os EUA.
Taiwan Acompanha Reuniões entre EUA e China
O ministro das Relações Exteriores de Taiwan afirmou que a ilha está atenta às reuniões entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping. Ele destacou que Taiwan está “mantendo uma boa comunicação” com os Estados Unidos e pretende fortalecer seus laços com o país. “Como o Secretário de Estado dos EUA explicou, a política de longa data dos EUA em relação a Taiwan, que abrange diversos presidentes e administrações, permanece inalterada”, declarou Lin Chia-lung, ministro das Relações Exteriores de Taiwan, em um comunicado nesta sexta-feira (15).
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Lin também mencionou que o governo dos EUA reafirmou sua oposição a qualquer ação que possa coagir ou forçar uma mudança no status quo, ressaltando que perturbar a estabilidade regional é prejudicial tanto para os EUA quanto para a China e o mundo.
O ministro reiterou a posição de Taiwan de que a China representa “a principal fonte de ameaça que gera preocupação na comunidade internacional”.
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Cooperação e Estabilidade Regional
O ministro Lin acrescentou que Taiwan continuará a aprofundar a cooperação com os Estados Unidos e outras nações com interesses semelhantes na região do Indo-Pacífico. Ele enfatizou a importância de fortalecer as capacidades de autodefesa da ilha e de trabalhar em conjunto para garantir a paz, a estabilidade e a prosperidade no Estreito de Taiwan e na região do Indo-Pacífico.
Na mesma data, o presidente Donald Trump comentou que, durante sua reunião com Xi Jinping, Pequim alertou que a questão de Taiwan poderia levar a um conflito entre os dois países. Essa declaração contrasta com os comentários do senador Marco Rubio, que, no início da semana, destacou que a política dos EUA em relação a Taiwan permanece “inalterada”.
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Em uma entrevista à NBC News, Rubio afirmou: “Do nosso ponto de vista, qualquer mudança forçada no status quo seria prejudicial para ambos os países.”