Disputa pela Herança de Miguel Abdalla Netto Aprofunda Conflito com Suzane von Richthofen
A complexa disputa pela herança deixada por Miguel Abdalla Netto, estimada em aproximadamente R$ 5 milhões, está se intensificando, envolvendo diretamente Suzane von Richthofen. Além do processo judicial em andamento sobre a divisão dos bens do tio, a ex-condenada pelo crime dos pais agora enfrenta uma nova acusação formal de furto.
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O falecimento de Miguel ocorreu em 9 de janeiro, dentro de sua residência localizada no bairro de Campo Belo, em São Paulo.
Sem cônjuge ou descendentes, a questão da sucessão gerou um conflito entre os possíveis herdeiros. A denúncia foi apresentada por Silvia Gonzalez Magnani, prima de Suzane e ex-companheira do médico, que relatou à polícia a retirada de objetos da residência sem a devida autorização.
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O boletim de ocorrência detalha a remoção de itens como uma lavadora de roupas, um sofá, uma cadeira, uma poltrona e uma bolsa contendo documentos e dinheiro.
Investigação Formal e Risco de Retorno à Prisão
Com o registro da acusação de furto, Suzane von Richthofen passou a ser formalmente investigada pelas autoridades. A situação se torna ainda mais delicada considerando o regime prisional aberto em que ela se encontra. Qualquer nova condenação pode resultar em sua realocação para uma unidade de cumprimento de pena mais restritiva, podendo significar o retorno à prisão para concluir a pena de 39 anos imposta.
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Alegações e Contestações na Justiça
Em seu depoimento, Suzane reconheceu ter entrado na casa do tio e removido alguns bens, incluindo um carro Subaru XV, alegando que a ação foi motivada pela necessidade de proteger o patrimônio e evitar invasões. Ela também afirmou ter acionado o portão do imóvel.
A defesa de Suzane argumenta que ela possui “prioridade” na herança, por ser a parente consanguínea mais próxima do falecido.
Por outro lado, Silvia Gonzalez Magnani defende que a administração do espólio deve ser conduzida por ela, devido à união estável que manteve com Miguel Abdalla Netto por mais de dez anos. O caso segue em tramitação na Vara de Família e Sucessões de Santo Amaro, com as partes buscando seus direitos na esfera judicial.
