Suprema Corte dos EUA anula tarifas de Trump e gera reações no comércio internacional!

A decisão da Suprema Corte dos EUA sobre tarifas comerciais gera reações! Jamieson Greer revela que países aliados ainda não planejam se retirar dos acordos

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(Imagem de reprodução da internet).

Reações a Decisão da Suprema Corte dos EUA sobre Tarifas Comerciais

O representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, declarou neste domingo (22) que nenhum dos países com acordos comerciais com os EUA manifestou intenção de se retirar após a decisão da Suprema Corte na sexta-feira (20). Essa decisão anulou grande parte das tarifas estabelecidas pelo ex-presidente Donald Trump.

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Em entrevista ao programa “Face the Nation”, da CBS News, Greer mencionou que já havia dialogado com seu colega da União Europeia e planejava conversar com representantes de outros países. “Ainda não ouvi ninguém me dizer que o acordo está cancelado”, afirmou Greer, ressaltando que os países estão aguardando para ver como a situação se desenrola.

Tarifas e Políticas Comerciais

Na sexta-feira (20), Trump impôs uma tarifa temporária de 10% com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA). No dia seguinte, ele fez um ajuste, aumentando a tarifa, o que Greer descreveu como uma resposta à “urgência da situação” e à necessidade de corrigir “enormes desequilíbrios comerciais” com outras nações.

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Durante uma entrevista ao programa “This Week” da ABC News, Greer comentou que o governo Trump pretende reformular a política comercial utilizando ferramentas legais como a Seção 301 da Lei de Práticas Comerciais Desleais e a Seção 232, que são menos suscetíveis a contestações judiciais.

Ele também mencionou que o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) já está investigando o Brasil e a China.

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Encontro entre Trump e Xi Jinping

Greer não acredita que a decisão da Suprema Corte e as mudanças nas tarifas afetem o encontro agendado entre Trump e o presidente da China, Xi Jinping, no final de março. “O objetivo deste encontro não é discutir comércio, mas sim manter a estabilidade e garantir que os chineses cumpram o acordo, comprando produtos agrícolas americanos, Boeings e outros itens”, destacou.

Por sua vez, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, em uma entrevista ao programa “State of the Union” da CNN, comentou que a questão será analisada pelos tribunais inferiores. “Vamos acompanhar a decisão deles, mas pode levar semanas ou meses até que tenhamos uma resposta”, concluiu Bessent.

Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

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