Mudanças nos Horários de Funcionamento de Supermercados no Espírito Santo
A partir de 1º de março de 2026, grandes supermercados, atacarejos e redes de atacadistas – como Assaí, Atacadão e Carrefour –, presentes no estado do Espírito Santo, não poderão mais funcionar aos domingos. Essa decisão, fruto de uma convenção entre sindicatos patronais e trabalhadores, entrará em vigor até 31 de outubro de 2026.
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Impacto nas Compras
Essa mudança afetará a rotina de compras dos consumidores, que precisarão antecipar suas idas ao supermercado para o final de semana. Famílias podem precisar ajustar seus planos semanais, considerando que a opção de compras aos domingos deixará de existir.
Outros Estabelecimentos
É importante ressaltar que essa regra não se aplica a outros tipos de estabelecimentos. Padarias, açougues, lojas de bairro e pequenos comércios, que não fazem parte do segmento de supermercados, continuarão operando normalmente aos domingos, oferecendo opções para quem busca compras de última hora.
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Contexto da Negociação
A convenção coletiva de trabalho que originou essa mudança foi assinada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo (Fecomércio-ES) e o sindicato dos comerciantes do estado. O principal objetivo é garantir descanso semanal remunerado aos trabalhadores do setor, além de proteger seus direitos e melhorar as condições de trabalho, considerando que, em muitos casos, a jornada de trabalho semanal se resume a seis dias de trabalho com um dia de descanso.
O Que Isso Significa para os Funcionários?
Para os trabalhadores do setor supermercadista, essa medida representa um ganho significativo: mais tempo para descanso e para a vida familiar. Essa negociação coletiva busca equilibrar as demandas do trabalho com os direitos dos trabalhadores, promovendo um ambiente de trabalho mais saudável e equilibrado.
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Período de Teste e Avaliação Futura
É fundamental saber que essa medida será implementada como um período de teste, válido até 31 de outubro de 2026. Após esse prazo, sindicatos e empresas realizarão uma nova avaliação para determinar se a regra deve continuar, ser ajustada ou revogada em 2027.
