Suíça congela bens de aliados do PSUV e EUA anunciam operação militar em Venezuela! Trump ordena captura de Maduro e primeira-dama. Crise internacional se agrava
O Conselho Federal da Suíça anunciou, nesta segunda-feira (5 de janeiro de 2026), a medida de congelamento de bens de indivíduos ligados ao (PSUV, esquerda) e associados. O governo suíço justificou a decisão como preventiva, visando evitar a fuga de capitais diante da instabilidade política na Venezuela. A medida não afeta membros do atual governo venezuelano e terá validade inicial de quatro anos. O congelamento busca facilitar eventuais pedidos de cooperação jurídica internacional, caso investigações judiciais confirmem a origem ilícita dos recursos.
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Em paralelo, o presidente dos Estados Unidos, (Partido Republicano), anunciou no sábado (3 de janeiro de 2026) a realização de uma operação militar na Venezuela. O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, informou que Trump ordenou a captura do presidente (PSUV, esquerda) e da primeira-dama. A operação, que envolveu o uso de 150 caças e ataques a quatro alvos, foi realizada na madrugada de sábado, com o objetivo de capturar Maduro e a primeira-dama.
A ação dos EUA gerou controvérsias, principalmente em relação à falta de aprovação do Congresso americano e à possível violação da soberania venezuelana. Apesar das críticas, o governo Trump defendeu a necessidade da ação, argumentando que a situação na Venezuela exigia uma intervenção para garantir a segurança e a estabilidade do país. A vice-presidente, Delcy Rodríguez, classificou a ação como uma violação da soberania venezuelana e reafirmou o apoio de Maduro como presidente legítimo do país.
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O governo suíço se comprometeu a trabalhar para que os valores congelados sejam utilizados em benefício do povo venezuelano, caso seja comprovada a origem ilícita dos recursos. A situação na Venezuela permanece complexa, com a expectativa de uma solução pacífica para a crise, que envolve a desescalada do conflito e o respeito ao direito internacional. A comunidade internacional acompanha de perto os acontecimentos, buscando uma saída para a crise política e humanitária que assola o país.
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Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.