PM do Bope morto por fogo amigo era irmão de policial morto em 2025

O subtenente Gláucio Marcelo Fonseca da Silva, de 54 anos, policial do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), morreu neste domingo (11) durante uma abordagem na zona Sudoeste do Rio. O militar era irmão do sargento Heber Carvalho, também policial, que morreu em outubro de 2025 na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão.
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Segundo a Secretaria de Estado de Polícia Militar, agentes do Bope realizavam uma abordagem a um veículo na rua Guilherme Moreira, na Freguesia, quando policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) chegaram ao local. O comando da unidade especializada informou que a baixa luminosidade teria levado os militares de Jacarepaguá a confundir a ação com uma atividade criminosa.
Tiro acidental entre equipes
De acordo com a corporação, os policiais do batalhão de Jacarepaguá teriam efetuado disparos contra a equipe do Bope. O subtenente Gláucio foi atingido e não resistiu aos ferimentos.
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A Polícia Militar abriu investigação para apurar as circunstâncias do ocorrido. O caso foi registrado na delegacia da região.
Irmão morto em megaoperação
Gláucio Marcelo Fonseca da Silva era irmão do sargento Heber Carvalho, também policial militar, que morreu durante a megaoperação realizada nos complexos da Penha e do Alemão, em outubro de 2025. A operação foi uma das maiores da história da PM fluminense.
A morte do subtenente reacende o debate sobre a segurança e o treinamento das forças policiais em situações de baixa visibilidade e comunicação entre unidades. A corporação não divulgou detalhes sobre os procedimentos que serão adotados para evitar novos episódios do tipo.
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Redação Brasil
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