PM do Bope morto por fogo amigo era irmão de policial morto em 2025

Subtenente do Bope morto por fogo amigo no Rio era irmão de sargento que morreu em megaoperação em 2025; PM investiga o caso.

12/10/2026 09:20

2 min

À esquerda, o sargento Heber Carvalho, morto durante a Operação Contenção, em outubro de 2025. À direita, o subtenente Gláucio Marcelo Fonseca da Silva, do Bope, que morreu neste domingo (11), após ser baleado durante uma ocorrência em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio. Os dois eram irmãos e policiais militares.
À esquerda, o sargento Heber Carvalho, morto durante a Operação ...
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O subtenente Gláucio Marcelo Fonseca da Silva, de 54 anos, policial do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), morreu neste domingo (11) durante uma abordagem na zona Sudoeste do Rio. O militar era irmão do sargento Heber Carvalho, também policial, que morreu em outubro de 2025 na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão.

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Segundo a Secretaria de Estado de Polícia Militar, agentes do Bope realizavam uma abordagem a um veículo na rua Guilherme Moreira, na Freguesia, quando policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) chegaram ao local. O comando da unidade especializada informou que a baixa luminosidade teria levado os militares de Jacarepaguá a confundir a ação com uma atividade criminosa.

Tiro acidental entre equipes

De acordo com a corporação, os policiais do batalhão de Jacarepaguá teriam efetuado disparos contra a equipe do Bope. O subtenente Gláucio foi atingido e não resistiu aos ferimentos.

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A Polícia Militar abriu investigação para apurar as circunstâncias do ocorrido. O caso foi registrado na delegacia da região.

Irmão morto em megaoperação

Gláucio Marcelo Fonseca da Silva era irmão do sargento Heber Carvalho, também policial militar, que morreu durante a megaoperação realizada nos complexos da Penha e do Alemão, em outubro de 2025. A operação foi uma das maiores da história da PM fluminense.

A morte do subtenente reacende o debate sobre a segurança e o treinamento das forças policiais em situações de baixa visibilidade e comunicação entre unidades. A corporação não divulgou detalhes sobre os procedimentos que serão adotados para evitar novos episódios do tipo.

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