STF reduz pena de Roberto Jefferson e mantém prisão domiciliar; entenda os detalhes da decisão!

Alexandre de Moraes reduz pena de Roberto Jefferson e mantém prisão domiciliar. Decisão do STF marca um novo capítulo na controversa trajetória do ex-deputado

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Decisão do STF sobre Roberto Jefferson

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu reduzir a pena do ex-deputado federal Roberto Jefferson e manter sua prisão domiciliar. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (2). Moraes rejeitou os últimos recursos da defesa e determinou o início do cumprimento definitivo da pena em regime fechado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao negar os embargos infringentes, o ministro afirmou que o recurso era “manifestamente inadmissível” e tinha “caráter meramente protelatório”. Ele destacou que não houve o número mínimo de votos “absolutórios próprios” exigidos pelo regimento da Suprema Corte, resultando no “imediato trânsito em julgado” da ação penal, que não admite mais recursos.

Prescrição de Crimes

Moraes também declarou a prescrição dos crimes de calúnia e incitação pública à prática de dano qualificado, considerando a idade de 72 anos de Jefferson e o tempo decorrido entre a denúncia e a condenação. O ministro afirmou que houve a “extinção da punibilidade” desses delitos, que serão descontados da pena total.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quanto à prisão domiciliar, o magistrado manteve o benefício e as medidas cautelares impostas em maio do ano passado. Jefferson foi denunciado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) por incitar ataques às instituições democráticas, incluindo a invasão do Senado Federal e ameaças a parlamentares.

Histórico de Condenação

Em dezembro de 2024, Jefferson foi condenado por crimes como atentado ao exercício dos Poderes, homofobia, calúnia e incitação ao crime. Durante as investigações, ele foi preso preventivamente e, em uma das ocasiões, resistiu à ordem judicial, atirando contra policiais federais.

LEIA TAMBÉM!

Com a rejeição do último recurso, a condenação é agora definitiva, e o processo segue para a fase de execução penal, sob a responsabilidade da Justiça do Rio de Janeiro.

Medidas Restritivas

O ministro também impôs uma série de medidas restritivas, que incluem:

Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

Sair da versão mobile