STF decide hoje futuro de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB; expectativa é alta!

Decisão sobre prisão preventiva de ex-presidente do BRB é aguardada
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) tem até as 23h59 desta sexta-feira (24) para decidir sobre a manutenção da prisão preventiva de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB). O colegiado está analisando o referendo da decisão do ministro André Mendonça, que foi o relator do caso e determinou a medida.
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O julgamento está ocorrendo em um plenário virtual, onde os ministros registram seus votos no sistema eletrônico da Corte, sem a realização de debates.
O julgamento teve início na última quarta-feira (22) e, até o momento, Mendonça foi o primeiro a votar, defendendo a manutenção da prisão sem alterações. O ministro Luiz Fux também acompanhou o relator. A Segunda Turma é composta ainda pelos ministros Kássio Nunes Marques, Gilmar Mendes e Dias Toffoli.
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Suspeição e andamento do julgamento
A suspeição é um mecanismo jurídico que permite ao magistrado se afastar do caso quando há dúvidas sobre sua imparcialidade, seja por vínculos pessoais ou outras circunstâncias que possam comprometer a isenção. Antes de André Mendonça assumir a relatoria, o caso estava sob a responsabilidade de Toffoli, que se afastou após a Polícia Federal encaminhar informações ao presidente da Corte, Edson Fachin, sobre o dono do Banco Master.
Com a declaração de suspeição, o julgamento está sendo realizado com a participação de quatro ministros. Assim, ainda faltam os votos de Nunes Marques e Gilmar Mendes. A expectativa é que a decisão final seja a que mais beneficie o acusado.
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Nunes Marques e agilidade em casos semelhantes
Conforme reportado pela CNN Brasil, Nunes Marques tem adotado cautela em suas decisões. Em um caso anterior envolvendo o Banco Master, a Segunda Turma foi mais rápida ao analisar a prisão do proprietário, Daniel Vorcaro. Na ocasião, em março, Nunes Marques acompanhou o voto do relator André Mendonça cerca de 50 minutos após a abertura do plenário virtual.
Como Fux já havia se manifestado, a maioria para manter a prisão foi formada em menos de uma hora. Gilmar Mendes foi o último a votar naquele julgamento, apresentando seu posicionamento apenas no último dia do prazo.
Autor(a):
Lara Campos
Com formação em Jornalismo e especialização em Saúde Pública, Lara Campos é a voz por trás de matérias que descomplicam temas médicos e promovem o bem-estar. Ela colabora com especialistas para garantir informações confiáveis e práticas para os leitores.



