Spike Lee defende cinebiografia de Michael Jackson e rebate críticas sobre polêmicas ausentes

Spike Lee defende a cinebiografia “Michael” e critica as cobranças sobre polêmicas. Entenda sua visão sobre a obra e a relação com o Rei do Pop.

04/05/2026 22:06

2 min

Spike Lee defende cinebiografia de Michael Jackson e rebate críticas sobre polêmicas ausentes
(Imagem de reprodução da internet).

Spike Lee defende cinebiografia de Michael Jackson

O diretor Spike Lee, de 69 anos, saiu em defesa da cinebiografia “Michael”, que retrata a vida do cantor Michael Jackson, após receber críticas por não abordar polêmicas relacionadas ao artista. Em uma declaração à CNN, Lee afirmou que aqueles que questionam a ausência das alegações de abuso sexual infantil contra o Rei do Pop estão “pedindo por outro filme”.

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Ele, que já assistiu ao longa duas vezes desde seu lançamento em 24 de abril, considera as reações negativas injustas e, ao ser questionado sobre sua opinião, declarou: “Adorei”.

Apesar da recepção positiva do público, “Michael” tem enfrentado críticas de especialistas em cinema, especialmente em relação às controvérsias que foram deixadas de fora. Lee destacou que as denúncias datam de 1993 e que o filme cobre a vida de Jackson apenas até 1988. “Você está falando de acusações que aconteceram [depois], então está criticando o filme por algo que você queria, mas que não se encaixa na cronologia do filme”, argumentou o diretor.

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Relação de Spike Lee com Michael Jackson

Spike Lee tem um histórico de colaboração com Michael Jackson, tendo dirigido videoclipes como “They Don’t Care About Us”, de 1996, e “This Is It”, de 2009, além do documentário “Michael Jackson’s Journey from Motown to Off the Wall”, lançado em 2016.

Ele descreveu Jackson, que faleceu aos 50 anos em 2009, como “uma pessoa maravilhosa”, evidenciando a boa relação que mantinha com o artista.

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Acusações de 1993 e impacto no filme

Em 1993, Michael Jackson foi acusado de abusar sexualmente de uma criança de 13 anos, resultando em um acordo extrajudicial com a família da vítima, que envolveu cerca de 25 milhões de dólares. Inicialmente, o filme começaria com a invasão policial à propriedade do cantor na Califórnia, onde as investigações sobre o caso tiveram início.

Contudo, os produtores precisaram reescrever o roteiro após a análise do acordo, que continha cláusulas que proíbem a menção ou representação da vítima e sua família em obras audiovisuais.

Autor(a):

Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.

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