SLC Agrícola fecha 2025 com prejuízo no quarto trimestre, mas lucros anuais surpreendem! Descubra os detalhes desse desempenho financeiro intrigante!
A SLC Agrícola finalizou o quarto trimestre de 2025 com um prejuízo líquido de R$ 70,79 milhões, um resultado mais negativo em comparação ao mesmo período de 2024, quando a perda foi de R$ 51,35 milhões. O balanço foi divulgado pela empresa nesta quarta-feira (11).
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Apesar do resultado trimestral desfavorável, a receita líquida cresceu 15% no período, totalizando R$ 2,27 bilhões. O Ebitda ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) também apresentou um aumento de 3,6%, alcançando R$ 633,11 milhões.
Aurélio Pavinato, diretor-presidente da companhia, comentou que o quarto trimestre geralmente apresenta margens mais reduzidas devido à ausência do efeito do ativo biológico nas lavouras.
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No consolidado de 2025, os resultados foram mais animadores. O lucro líquido anual da SLC Agrícola atingiu R$ 565,21 milhões, um crescimento de 17,3% em relação a 2024. A receita líquida totalizou R$ 8,55 bilhões, com um avanço de 23,7%, enquanto o Ebitda ajustado chegou a R$ 2,6 bilhões, representando um crescimento de 30,8%.
Pavinato destacou que o desempenho positivo do ano foi impulsionado pela ampliação da área plantada com grãos, que cresceu 13,8%, totalizando 835,75 mil hectares. Parte dessa expansão se deu pela aquisição da Sierentz Agro, que adicionou cerca de 96 mil hectares ao portfólio da empresa.
A produtividade das lavouras também superou a média nacional, com destaque para o milho, que rendeu 8.304 quilos por hectare, acima dos 6.496 quilos por hectare estimados pela Conab para a safra brasileira 2024/25.
O milho teve um papel importante nas margens da SLC Agrícola, apresentando desempenho superior ao da soja e do algodão. A crescente demanda por etanol de milho no mercado interno ajudou a garantir liquidez nas vendas do grão. Ao final de 2025, a empresa registrou uma dívida líquida equivalente a 1,97 vez o Ebitda ajustado, um aumento em relação às 1,80 vezes observadas no ano anterior.
Apesar desse aumento, Pavinato afirmou que o nível de alavancagem permanece dentro da meta da empresa, que visa manter o indicador abaixo de duas vezes.
Autor(a):
Com formação em Jornalismo e especialização em Saúde Pública, Lara Campos é a voz por trás de matérias que descomplicam temas médicos e promovem o bem-estar. Ela colabora com especialistas para garantir informações confiáveis e práticas para os leitores.