Simone Tebet acende polêmica ao defender o fim da escala 6×1 em 2026! A proposta de redução da jornada de trabalho ganha força, mas gera tensões. Clique e saiba mais!
Em 2026, o debate sobre a escala de trabalho 6×1 voltou a ser um tema central na política nacional, mobilizando trabalhadores, empresários e parlamentares em Brasília. A discussão ganhou destaque com o avanço da Proposta de Emenda à Constituição 148 de 2015, que sugere alterações na jornada semanal de trabalho.
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A escala 6×1, que exige que o trabalhador atue por seis dias seguidos e descanse apenas um, ainda é amplamente utilizada em setores como comércio, indústria e serviços essenciais. A proposta em análise visa reduzir a jornada semanal para 36 horas e assegurar dois dias de descanso.
Contudo, a medida ainda precisa passar por etapas formais no Congresso.
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A primeira etapa envolve a avaliação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que verifica se o texto está em conformidade com a Constituição. A CCJ não discute o mérito, mas analisa se a proposta pode avançar. Recentemente, o presidente da Câmara enviou a PEC para análise na comissão, iniciando oficialmente a tramitação em 2026.
Se a admissibilidade for aprovada pelos deputados, o projeto seguirá para uma comissão especial. Posteriormente, o plenário poderá votar o texto em duas turnos.
A discussão sobre a escala 6×1 também se estendeu às redes sociais. A ministra do Planejamento, Simone Tebet, publicou um vídeo defendendo o debate. Ela afirmou: “Com coragem e equilíbrio, vamos tratar da escala 6×1”, destacando que o tema é justo, necessário e viável.
Tebet enfatizou a importância de conduzir a discussão com responsabilidade, afirmando: “Precisamos avançar para garantir mais qualidade de vida ao trabalhador brasileiro, com responsabilidade.” Sua declaração aumentou a visibilidade do assunto.
Uma pesquisa nacional recente revelou que 73% dos brasileiros são favoráveis ao fim da escala 6×1, embora a maioria defenda que não haja redução salarial. Essa questão gera tensão no debate, com empresários argumentando que a diminuição da jornada pode elevar os custos.
Por outro lado, especialistas em direito do trabalho acreditam que a mudança pode beneficiar a saúde física e mental dos trabalhadores, sugerindo que dois dias de descanso podem reduzir afastamentos e aumentar a produtividade. No entanto, representantes da indústria alertam sobre possíveis impactos financeiros, com alguns estudos indicando um aumento bilionário nos custos anuais.
Atualmente, o tema continua em discussão tanto no Congresso quanto fora dele. Se os parlamentares aprovarem a proposta, a nova jornada entrará em vigor após um período de transição. Caso contrário, a regra atual permanecerá em vigor. Trabalhadores e empresas estão atentos a cada movimento, pois a decisão pode alterar a rotina de milhões de brasileiros.
Autor(a):
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.