Silvia Abravanel Compartilha Reflexões e Laços com Silvio Santos
Em uma entrevista à revista Quem, a apresentadora Silvia Abravanel abriu seus sentimentos sobre a relação com seu pai, Silvio Santos (1930-2024), revelando momentos de profunda conexão e reflexão. A famosa ressaltou que mantém uma prática diária de oração, buscando conforto e orientação espiritual. “Confio muito em Deus e não deixo de orar um dia sequer.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Ouço o pastor Ivan Saraiva, medito na Bíblia Para Mulheres online, leio o livro com passagens e orações do Marconei Lessa… Tudo isso tem me dado uma certa força e um certo conforto. Mesmo assim, todos os dias sinto a maior falta dele. Isso nada fará passar infelizmente”, começou Silvia.
Ela completou, detalhando que conversa com o pai diariamente, tanto em oração quanto em pensamento. “Tiro minhas dúvidas e peço sabedoria para resolver algum problema, assim como eu sempre fiz enquanto ele estava aqui. Agradeço por tudo o que ele fez por mim e pelas minhas filhas, como o suporte nos tratamentos da Luana e apoio na educação da Amanda”, compartilhou.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Silvia enfatizou a importância dos ensinamentos e do apoio paterno em momentos de dificuldade.
A apresentadora do Sábado Animado também refletiu sobre a influência de Silvio Santos em sua carreira. Ela descreveu como foi “testada” e moldada pelo pai em relação ao trabalho, acompanhando-o em diversas feiras de filmes e formatos. “Cresci vendo meu pai trabalhar e falar de trabalho.
LEIA TAMBÉM!
Acompanhei meu pai em várias feiras de filmes e formatos. Ele me ‘testava’ até para negociar e fechar um pacote para exibir no SBT. Confesso que na primeira vez, morri de medo, mas fui em frente e vi que ele ficou orgulhoso”, relatou.
Silvia acrescentou que observava atentamente o comportamento do pai diante de erros e problemas durante as gravações, como ele lidava com a equipe. “Quando comecei a apresentar, meu paizinho amado me dava vários conselhos. Ele me assista e sempre me ligava durante o programa ao vivo.
Eu amava isso”, concluiu, demonstrando o forte vínculo afetivo que a unia ao seu pai.
