“Sicário” Revelado: CPI Aprova Acesso a Dados de Mourão! 🚨 Luiz Philippi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário”, terá sigilos bancários transferidos na CPI do Crime Organizado. A PF busca RIF de Zettel e Mourão! Senador Vieira otimista: “Histórico é positivo”. Três especialistas, incluindo ex-diretores do Banco Central, serão convocados para depor. #CrimeOrganizado #CPI #ComplianceZero
Em uma quarta-feira, 11 de março de 2026, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado aprovou uma importante medida: a transferência dos sigilos bancário e fiscal de Luiz Philippi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário“.
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O termo se refere a uma pessoa contratada para cometer crimes, incluindo homicídios. A decisão visa facilitar o acesso da CPI a informações cruciais.
O principal objetivo da aprovação é que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) envie o Relatório de Inteligência Financeira (RIF) de Zettel e do “Sicário” diretamente ao colegiado. Apesar da ausência de um prazo definido para a entrega do documento, o relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), expressou otimismo, afirmando que “o histórico é positivo” e que a Polícia Federal (PF) geralmente responde prontamente aos pedidos da comissão.
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A equipe da CPI informou que o processo de comunicação e entrega do RIF está em andamento, com a expectativa de que a documentação seja disponibilizada em breve. A avaliação positiva do senador Vieira reflete a confiança na eficiência da PF para cumprir as determinações da CPI.
Adicionalmente, a CPI aprovou a convocação de três especialistas para prestar esclarecimentos. Paulo Sérgio Neves de Souza, ex-diretor de fiscalização do Banco Central (BC), Bellini Santana, ex-chefe do Departamento de Supervisão Bancária do BC, e Marilson Roseno da Silva, escrivão aposentado da Polícia Federal, serão chamados a depor sobre o caso.
O caso envolvendo Luiz Philippi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, está centralizado na 3ª fase da operação Compliance Zero, iniciada em 4 de março pela PF. Ele é investigado por atuar como mediador dos serviços do “núcleo de intimidação” de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, e por realizar pagamentos.
A tentativa de suicídio do indivíduo durante a custódia da PF em Minas Gerais foi um ponto de destaque na investigação.
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Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.