Shuhei Yoshida critica console Valve com ressalvas técnicas e preço alto
Shuhei Yoshida lança críticas contundentes à Valve após testes com console portátil, destacando problemas técnicos e preço elevado.
A análise sobre um novo console portátil foi feita por Shuhei Yoshida, ex – presidente dos SIE Worldwide Studios e antigo chefe das Indies Play Station.
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Após se aposentar ano passado, ele utilizou sua conta na plataforma X (antigo Twitter) para compartilhar opiniões detalhadas sobre diversos mercados tecnológicos. Em relação ao aparelho da Valve, seu veredito não saiu nada entusiasta; pelo contrário, considerações como “O desempenho em 3D é simplesmente… meh” marcaram o relato do executivo.
Desempenho técnico gera críticas
Yoshida apontou falhas no aspecto gráfico durante suas horas de testes com a máquina portátil desenvolvida pela Steam Valve. Ele questionou até mesmo uma recomendação padrão do próprio sistema que sugere rodar jogos em resolução Full HD por defeito, chegando ironicamente à pergunta: “será que estou voltando aos dias de PS4?”.
Além disso, um ponto criticado foi diretamente ligado ao tempo necessário para carregar alguns títulos na plataforma; ele se expressou indignado sobre isso e perguntou retoricamente o motivo desse atraso.
Preço alto pesa mais nas recomendações
Se os problemas técnicos já não foram suficientes para desanimar a avaliação, o preço final acabou sendo o fator decisivo negativo. Segundo Yoshida, “O preço foi muito salgado”, dificultando qualquer recomendação positiva fora do contexto acadêmico ou puramente investigativo (“a menos que seja para pesquisa”.
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Detalhes dos acessórios
Ele também fez comentários específicos tanto no novo Steam Controller quanto nos analógicos da máquina portátil em geral. Embora reconheça boa parte das ideias por trás de incluir touchpads no controle físico, ele achou esses componentes excessivamente sensíveis e difíceis na prática.
Pontos positivos: design compacto
Apesar do tom crítico sobre o desempenho gráfico e os custos elevados, nem tudo foi negativo nas observações feitas pelo ex – executivo Sony. Yoshida elogiou a interface gráfica dedicada ao sistema operacional (SteamOS), descrevendo sua usabilidade como algo bastante intuitivo para quem está acostumado com ecossistemas digitais mais complexos.
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Outros aspectos que receberam menção positiva foram as faceplates trocáveis por parte dos usuários e até mesmo vídeos de inicialização incorporados no próprio aparelho portátil da Valve. Ele também gostou muito da facilidade em conectar diretamente um console pela Steam Controller. O tamanho compacto combinado com o funcionamento silencioso do produto, segundo ele, são características excelentes na experiência física geral.
Conclusão: cumpre a função básica
Em resumo, Yoshida admitiu que apesar das falhas técnicas pontuais — como os analógicos serem considerados “mais soltos” comparado ao Dual Sense potente do PS 5 —, o dispositivo ainda consegue cumprir seu papel fundamental para quem já faz parte do ecossistema gamer STEAM.
Para manter e usar aparelhos portáteis de Valve Steam no dia a dia da sala, isso é motivo suficiente em sua avaliação final.