Shein suspende venda de bonecas sexuais após investigação da DGCCRF na França. A decisão ocorre após alertas sobre anúncios com aparência infantil.
A Shein proibiu a venda de bonecas sexuais em sua plataforma, a partir de segunda-feira (2 de novembro de 2025). Segundo um porta-voz da marca, a restrição se aplica globalmente. A decisão ocorreu após o ministro das Finanças da França, Roland Lescure, impedir a operação da varejista no país, em decorrência de uma investigação que revelou irregularidades.
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A empresa comercializa produtos próprios e de outros vendedores.
A Shein informou que os anúncios de bonecas eram de terceiros, mas ressaltou que não tolera violações das regras da plataforma. A empresa anunciou a remoção temporária de todos os produtos adultos para realizar uma revisão interna. A DGCCRF (Direção-Geral da Concorrência, do Consumo e da Repressão às Fraudes) da França iniciou uma investigação após constatar a venda desses produtos.
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Quentin Ruffat, porta-voz da Shein na França, declarou que a plataforma cooperará plenamente com a justiça francesa, assegurando transparência e cumprimento de exigências. A DGCCRF ampliou sua investigação, buscando outras varejistas que também possam estar comercializando produtos com conteúdo inadequado.
A DGCCRF identificou anúncios de bonecas sexuais com aparência infantil à venda em diversas plataformas de comércio eletrônico. O órgão expressou preocupação com a visibilidade desses anúncios para públicos vulneráveis, devido à falta de medidas de filtragem eficazes.
A investigação visa combater a venda de produtos pornográficos e proteger menores de idade.
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Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.