Sete deslizes que podem colocar em risco o BPC dos idosos em 2026! Descubra quais erros evitar para garantir o seu benefício e não ser surpreendido!
O Benefício de Prestação Continuada (BPC) assegura um salário mínimo mensal a idosos com 65 anos ou mais e a pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade econômica. Este benefício é parte da assistência social e não requer contribuição ao INSS.
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Além disso, não há pagamento de 13º salário e não é permitido acumular com aposentadorias ou pensões. Portanto, os beneficiários devem seguir regras específicas e manter suas informações sempre atualizadas.
Atualmente, o governo estipula que a renda familiar não pode ultrapassar 1/4 do salário mínimo por pessoa, considerando todos os moradores da mesma residência. O beneficiário também deve estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico), que registra dados de famílias de baixa renda e permite ao governo avaliar a elegibilidade para benefícios sociais.
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A falta de um cadastro atualizado pode resultar no bloqueio dos pagamentos.
Um dos erros mais frequentes é ter o CadÚnico desatualizado. Mudanças de endereço, renda ou composição familiar devem ser informadas ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). Se a atualização não for feita em mais de dois anos, o benefício pode ser suspenso automaticamente.
Outro problema recorrente é a declaração incorreta da renda familiar. Muitas pessoas não informam trabalhos informais ou rendas eventuais. O INSS realiza cruzamento de dados com outros órgãos e, ao encontrar divergências, pode cancelar o benefício e exigir a devolução de valores pagos indevidamente.
Documentos incompletos ou ilegíveis também podem prejudicar o processo. Para pessoas com deficiência, o laudo médico deve detalhar como a limitação impacta a vida diária e o trabalho, não se restringindo apenas ao diagnóstico. O perito avalia a incapacidade de longo prazo, que deve durar pelo menos dois anos.
Ignorar convocações do INSS é outro erro que pode levar à suspensão do pagamento. O instituto realiza revisões periódicas para verificar a continuidade dos critérios. Se o beneficiário não comparecer ou não enviar os documentos solicitados, o pagamento é suspenso, e a reativação pode ser demorada.
É importante também informar mudanças na composição familiar, como quando alguém começa a trabalhar ou recebe um benefício. A omissão dessas informações pode ser interpretada como tentativa de fraude. O INSS cruza dados com a Receita Federal e instituições financeiras, e inconsistências podem resultar no cancelamento do benefício e na exigência de devolução de valores.
Em 2026, o governo intensifica a fiscalização e as revisões cadastrais. Portanto, é fundamental que os beneficiários do BPC fiquem atentos às notificações e mantenham suas informações atualizadas. Cuidar desses detalhes é essencial para garantir a continuidade do pagamento e evitar cancelamentos inesperados.
Autor(a):
Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.