Greve dos Servidores de Assistência Social no Distrito Federal Prolongada Sem Sinal de Resolução
A greve dos servidores da assistência social no Distrito Federal continua em curso, sem uma data definida para o seu término. A categoria, representada pelo Sindsasc, está mobilizada e exige uma mesa de negociação com o governo, buscando equiparação de direitos já garantidos a outras carreiras públicas.
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A situação impacta mais de um milhão de pessoas que recebem atendimento através dos serviços de assistência social oferecidos pelo governo local.
Cobrança por Diálogo e Expectativas com a Nova Gestão
O principal ponto de tensão é a falta de diálogo com a vice-governadora Celina Leão, que, segundo o Sindsasc, se recusou a receber representantes da categoria. A expectativa dos servidores é que, com a possível mudança no comando do Executivo local, após as próximas eleições, haja uma abertura de negociação.
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A categoria acredita que um novo governador poderá apresentar uma proposta mais receptiva às demandas.
Contestação de Argumentos do Governo
O sindicato rebate os argumentos do governo sobre a falta de recursos orçamentários, apontando que dados oficiais indicam uma situação fiscal favorável. A Secretaria de Economia do GDF apresentou um relatório de gestão fiscal que demonstra um cenário financeiro tranquilo, com superávit nas contas públicas.
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O dirigente sindical enfatiza que a continuidade da paralisação está ligada à ausência de propostas concretas para solucionar as dificuldades da carreira.
Reuniões e Próximos Passos da Mobilização
Nos últimos dias, representantes da categoria realizaram reuniões com secretarias do governo, mas sem avanços significativos. A programação para os próximos dias inclui uma reunião com o secretário de Economia, uma assembleia geral e reuniões com unidades da assistência social, como os Creas e centros de convivência.
Independentemente das mudanças políticas, a categoria manterá sua postura de defesa dos direitos.
Multa Aplicada para Garantir o Atendimento à População
Em resposta à greve, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) ingressou com uma ação judicial para garantir a continuidade do atendimento à população. Uma decisão liminar determinou que, no mínimo, 80% dos servidores permaneçam em seus postos de trabalho, sob pena de multa diária de R$ 50 mil.
A medida visa evitar prejuízos aos usuários dos serviços de assistência social, demonstrando a preocupação do governo com a população atendida.
