Brasília em ALERTA! Protesto em Brasília Defende Serrinha do Paranoá de Destruição! Moradores e ativistas se mobilizam contra PL que ameaça nascentes e rio Paranoá. Saiba mais!
Moradores do Distrito Federal e movimentos socioambientais se mobilizam neste domingo (8) para protestar contra a aprovação do Projeto de Lei nº 2.175/2026, que visa autorizar o uso de áreas na Serrinha do Paranoá. O ato, previsto para as 10h no Espaço Comunitário do Urubu, no Núcleo Rural Córrego do Urubu, surge como resposta direta à aprovação da lei, que tem gerado preocupação sobre o futuro da região.
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O debate central gira em torno da Gleba “A”, uma área de aproximadamente 716 hectares localizada na Serrinha do Paranoá. Segundo organizadores, a gleba é crucial devido à presença de nove córregos e 119 nascentes, fontes de água essenciais para o abastecimento do Distrito Federal, especialmente na região de Sobradinho.
A área também se encontra em zonas de conversão ambiental, onde o parcelamento do solo é restrito, o que intensifica a preocupação com o impacto ambiental.
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Lucia Mendes, presidente da associação Preserva Serrinha, enfatiza que a mobilização busca pressionar o poder público a reconsiderar a destinação da área. “Estamos buscando impedir que a Serrinha seja entregue à especulação imobiliária, em um cenário de irregularidades como o que ocorreu no Banco Regional do Brasília (BRB)”, declarou.
A manifestação visa proteger a área contra possíveis impactos negativos decorrentes da aprovação da legislação.
O protesto também aborda a questão de outros terrenos, como os que abrigam sedes de empresas públicas do Distrito Federal, demonstrando a amplitude do impacto potencial da aprovação do Projeto de Lei nº 2.175/2026. A comunidade local busca garantir a preservação de áreas de importância ambiental e hídrica.
Ato em Defesa da Serrinha do Paranoá
Domingo (8)
Horário: 10h
Local: Espaço Comunitário do Urubu, Núcleo Rural Córrego do Urubu.
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Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.