Senadores da oposição buscam convocar irmãos de Dias Toffoli para CPI do Crime Organizado. Entenda os desdobramentos dessa investigação polêmica!
Senadores da oposição estão buscando convocar dois irmãos do ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), para prestar esclarecimentos à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado. Carlos Portinho (PL-RJ) e Magno Malta (PL-ES) protocolaram requerimentos nesta quarta-feira (28) com esse intuito.
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Além dos irmãos de Toffoli, os senadores também desejam ouvir Mario Umberto Degani, primo do ministro, e Paulo Humberto Barbosa, advogado. Para que essa convocação ocorra, os requerimentos precisam ser pautados, votados e aprovados pelos membros da comissão.
Os documentos apresentados mencionam que “a experiência acumulada em investigações nacionais e internacionais demonstra que a exploração de jogos de azar ilegais é frequentemente associada à lavagem de dinheiro”. Eles fazem referência a uma reportagem do portal Metrópoles que destacou a presença de jogos de azar no contexto investigado.
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O empreendimento em questão, que já foi de propriedade dos irmãos e do primo de Toffoli, ganhou destaque na investigação de fraude no Banco Master. No final do ano passado, o resort passou a ser controlado por Paulo Humberto Costa, por meio do Arleen Fundo de Investimento, que está sob investigação relacionada ao escândalo do Banco Master.
A oitiva dos atuais e anteriores proprietários e administradores do Resort Tayayá é considerada essencial para esclarecer o início das atividades mencionadas, verificar a participação de cada um e apurar o conhecimento que tinham sobre os fatos, permitindo assim uma melhor compreensão da dinâmica dos acontecimentos.
Autor(a):
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.