Senadora Criticada por Uso de Verba Pública em Desfile de Samba
Em 15 de fevereiro de 2026, a senadora (Republicanos-DF) manifestou sua indignação diante do desfile da Acadêmicos de Niterói na Marquês de Sapucaí. A parlamentar argumentou que o uso de recursos públicos para “ridicularizar a igreja evangélica” é inaceitável.
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A escola de samba estreou no Grupo Especial do Carnaval do Rio com o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, em homenagem ao presidente (PT).
Homenagem a Lula e Controvérsias
Durante o desfile, uma ala da escola apresentou o tema “neoconservadores em conserva” e exibiu fantasias que reuniam referências a evangélicos, um fazendeiro, uma mulher rica e defensores da ditadura. A Acadêmicos de Niterói, fundada em 2018, havia conquistado a Série Ouro em 2025, elevando-se ao Grupo Especial do carnaval do Rio, onde competirá com agremiações tradicionais como Mangueira, Portela e Salgueiro.
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Reações e Ações Legais
A oposição criticou o desfile, apresentando uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) para solicitar que a Acadêmicos de Niterói não recebesse o repasse de R$ 1 milhão da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo.
A decisão final, negada pelo relator do caso, Aroldo Cedraz, gerou ações judiciais da senadora Damares Alves e do congressista Kim Kataguiri, ambos do (Republicanos-DF) e (União Brasil-SP), respectivamente.
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Enredo e Contexto
O enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil” homenageia o presidente (PT) e utiliza a imagem do mulungu, uma árvore nativa do Brasil, como símbolo de esperança. A escolha do enredo e a temática do desfile geraram debates sobre a liberdade de expressão e o uso de recursos públicos em eventos festivos.
O desfile da Acadêmicos de Niterói ocorreu com 79 minutos de duração, dentro do tempo máximo permitido.
