Senador, Lula e Polêmicas no Carnaval: Acadêmicos de Niterói sob Ataque!

Senador chocado e disputa judicial no Carnaval do Rio! Acadêmicos de Niterói sob fogo por uso de recursos públicos. Lula é alvo de críticas. Saiba mais!

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Senador e Controvérsia no Carnaval do Rio

Na noite deste domingo (15.fev.2026), a escola de samba Acadêmicos de Niterói protagonizou um momento de grande debate durante o Carnaval do Rio. O evento gerou críticas e questionamentos sobre o uso de recursos públicos para fins de propaganda eleitoral.

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O senador (União Brasil-PR) comentou sobre o desfile, destacando o que ele considerou um ato inédito na Sapucaí, envolvendo o uso de dinheiro do contribuinte para promover o presidente (PT).

Investimento e Críticas

O governo federal havia destinado R$ 12 milhões à Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, com R$ 1 milhão para cada uma das 12 agremiações, incluindo a Acadêmicos de Niterói. A medida foi vista com desconfiança por parte da oposição, que a acusava de “propaganda eleitoral antecipada” para o presidente Lula.

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Enredo e a Árvore do Mussungú

A Acadêmicos de Niterói escolheu um enredo que celebrava a figura do “operário do Brasil”, utilizando a árvore do mussungú – Erythrina velutina, nativa da Caatinga e Mata Atlântica – como símbolo. A árvore, que pode atingir até 15 metros de altura e floresce entre agosto e janeiro, teve origem no tupi “mussungú” ou “muzungú”, com possíveis raízes africanas relacionadas ao significado de “pandeiro”.

Reação da Oposição e Ações Judiciais

O partido Novo entrou com uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) para questionar o repasse de R$ 1 milhão à Acadêmicos de Niterói. A Corte de Contas, por meio do relator Aroldo Cedraz, negou o pedido de suspensão do repasse. A situação gerou ações judiciais movidas pelo Republicanos e União Brasil, buscando uma proibição do desfile.

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Desdobramentos e Decisões Judiciais

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acompanhou o voto da relatora Estella Aranha, que considerou a escolha do enredo dentro dos limites permitidos. A controvérsia se estendeu à figura do presidente da escola, Wallace Palhares, que anteriormente exercia função como assistente na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

A escola participará agora do Grupo Especial do Carnaval do Rio, competindo com agremiações tradicionais como Mangueira, Portela e Salgueiro.

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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