Senador Pede Vistoria à Cela de Bolsonaro na PF
O senador Marcos Malta (PL-ES) protocolou nesta segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, um pedido formal à Superintendência Regional da Polícia Federal para realizar uma vistoria na cela onde o ex-presidente Jair Bolsonaro está preso. O documento, disponível em formato PDF (284 kB), detalha o argumento do parlamentar, que se baseia nas prerrogativas do legislativo para fiscalizar os atos do Estado.
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Segundo Malta, a visita tem como objetivo primordial verificar as condições humanitárias da custódia do ex-presidente.
O pedido enfatiza que a ação se trata de uma fiscalização parlamentar, sem qualquer intenção de interferência administrativa ou processual. O senador ressalta que essa é uma obrigação inerente ao papel do legislador, garantindo o cumprimento da lei e a proteção dos direitos humanos, independentemente da situação do indivíduo sob custódia.
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Além da autorização para a visita, Malta solicitou informações detalhadas sobre os cuidados médicos, assistenciais e de segurança oferecidos a Bolsonaro. O documento também inclui um pedido formal para a definição de uma data e horário adequados para a realização da vistoria, em total conformidade com as normas internas da Polícia Federal.
Denúncia de Condições Inadequadas e Crise de Saúde
Em paralelo ao pedido do senador, a senadora Damares Rocha (Republicanos-DF) levantou preocupações sobre as condições de vida do ex-presidente. A senadora relatou que relatos indicam alagamento na cela, um espaço inadequado para banhos de sol e o barulho constante do ar-condicionado.
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Ela fez referência aos eventos da madrugada de 6 de janeiro.
A informação foi inicialmente divulgada pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro através das redes sociais. Segundo ela, o ex-presidente “teve uma crise, caiu e bateu a cabeça no móvel” durante a madrugada. A PF emitiu uma nota oficial sobre o ocorrido, informando que o atendimento médico foi solicitado pelo próprio Bolsonaro após relatar à equipe de plantão que havia sofrido uma queda.
A Polícia Federal comunicou que constatou “ferimentos leves” e que não houve necessidade de encaminhamento hospitalar. A documentação completa do caso está disponível em formato PDF (284 kB).
