Senador Ciro Nogueira Envolto em Investigações Sobre Banco Master

Senador Ciro Nogueira se envolve em polêmica sobre Banco Master! Acusações surgem em nova fase da investigação da PF. Saiba mais.

(Imagem de reprodução da internet).

Senador Ciro Nogueira Defende Importância e Responde a Acusações Sobre Banco Master

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) se colocou novamente no centro das atenções ao afirmar ser “um dos nomes mais importantes” do país, respondendo a questionamentos sobre sua relação com Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. Em entrevista ao Piripiri Repórter, o político destacou que sua trajetória na política o permitiu estabelecer contatos com importantes figuras do cenário empresarial brasileiro. “Eu conheço todos os grandes empresários do país.

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Graças a Deus, tenho transformado isso em benefício para o Estado do Piauí, que é o mais importante”, declarou.

A declaração surge em um contexto de investigações em curso pela Polícia Federal, que apuram suspeitas de irregularidades envolvendo o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro. A ação, que representa uma nova fase da operação, investiga possíveis repasses financeiros e a influência de Vorcaro em atividades políticas.

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A PF indaga se houve pagamento de valores em troca de favorecimento aos interesses do grupo ligado ao Banco Master.

O senador Ciro Nogueira, que exerce o segundo mandato consecutivo no Senado, ressaltou que acusações semelhantes são comuns em períodos eleitorais. “Toda eleição vem esse tipo de acusação. Na eleição passada também houve esse tipo de acusação, mas a população piauiense conhece meu trabalho”, justificou.

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Antes de sua atuação no Senado, Ciro também comandou a Casa Civil no governo de Jair Bolsonaro (PL), de 2021 a 2022.

Em 7 de maio de 2026, o presidente nacional do Progressistas (PP) foi alvo de mandado de busca e apreensão da Polícia Federal, em uma nova etapa da operação que investiga o Banco Master e Daniel Vorcaro. A investigação busca identificar possíveis crimes relacionados ao banco e ao fundador.

A primeira fase da investigação já havia alcançado o núcleo político do caso.

A defesa de Ciro Nogueira, à época, declarou que o senador “não teve qualquer participação em atividades ilícitas” e que as medidas da investigação foram baseadas em “mera troca de mensagens, sobretudo por terceiros”. A investigação continua em andamento, com a Polícia Federal analisando uma emenda apresentada pelo senador e mensagens obtidas durante a investigação, que indicam possíveis repasses mensais de R$ 300 mil a R$ 500 mil ao político.