Senador ataca presidente da Câmara sobre CPI do Banco Master!

Senador Ataque a Presidente da Câmara Sobre CPI do Banco Master
O senador da República (PL-MG) Carlos Viana lançou críticas contundentes no domingo (17 de maio de 2026) ao presidente da Câmara dos Deputados, (Republicanos-PB), Ricardo Motta, em relação à tramitação de um pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o Banco Master.
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Viana argumentou que o tratamento dado a esse pedido por Motta é “sinônimo de gaveta”, utilizando uma linguagem forte para descrever o que ele considera um atraso e uma obstrução. A declaração gerou repercussão nas redes sociais, onde o congressista intensificou sua crítica.
Em postagens públicas, Viana acusou Motta de “já se entregar” e desafiou o presidente do Senado, (União Brasil-AP), Marcus Cavalcante, a “mostrar que ainda existe limite neste país”. O tom da mensagem foi de indignação e de questionamento sobre o poder de atuação do Legislativo.
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A crítica se estendeu também aos partidos aliados ao governo, especialmente ao Partido dos Trabalhadores (PT). Viana questionou o silêncio da base governista e acusou o PT de “coragem de palanque, covardia de plenário”, alegando que o partido, que clama por uma CPI nas redes sociais, se recusa a apresentar formalmente o pedido.
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A declaração reflete uma percepção de falta de ação por parte do governo e de seus aliados no Congresso.
Fila de CPIs e Prioridades na Câmara
A postura de Motta, que defende a análise dos pedidos de CPI em ordem cronológica, indica que a Câmara dos Deputados possui uma fila de solicitações. Em fevereiro de 2026, o presidente da Casa já havia sinalizado que apenas cinco CPIs poderiam funcionar simultaneamente, devido à grande demanda.
Essa priorização da ordem cronológica sugere um controle mais rigoroso sobre o fluxo de investigações parlamentares.
Autor(a):
Júlia Mendes
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.



