Seguranças mantêm prisão judicial após manter Cláudio morto no Rio
Seguranças mantêm prisão judicial após homem morto no Rio; caso segue com novas diligências para 2026.
A Justiça do Rio de Janeiro manteve a prisão temporária dos seguranças Davi Santos Machado e Jorge Luiz Machado Dias em Copacabana nesta manhã sábado (22.
Os homens foram investigados por um crime que ocorreu na Rua Felipe de Oliveira, onde Cláudio Rafael Landeiro Moreira foi espancado até a morte após sair para passear com sua bicicleta.
Decisões judiciais sobre os detidos
Na audiência de custódia realizada neste sábado (22), o juiz Rafael de Almeida Rezende confirmou legalmente as prisões. Segundo ele, tanto mandados estavam regularmente expedidos e ainda dentro do prazo estipulado pela lei.
“Não há notícia de alteração das decisões”, afirmou o magistrado em seu parecer judicial. Ele reforçou que “permanecem válidos os fundamentos” pelos quais foram decretadas essas detenções temporárias no caso dos seguranças Machado Dias.”
Pedidos da defesa são indeferidos. Em relação aos pedidos apresentados pelas defesas envolvidas, a decisão foi restritiva: qualquer solicitação deve ser direcionada ao juízo natural responsável pelo acompanhamento completo do processo criminal. No tocante especificamente à defesa de Davi Santos Machado — segurança encontrado com um porrete na mão —, ele havia solicitado sigilo sobre seus dados sensíveis.
O pedido não teve sucesso. O próprio juiz considerou que os autos em questão “não constavam dados sensíveis” e ainda destacou o fato de que nem mesmo David soube informar seu endereço ou telefone atuais para as autoridades judiciais.
Contexto trágico da morte
A vítima, Cláudio Rafael Landeiro Moreira, tinha 37 anos quando foi brutalmente espancada até a morte no bairro Copacabana. Ele estava voltando após sair de casa, localizada em Botafogo, por volta das 22h 30 minutos naquele dia fatal.
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O passeio era habitual: ele saía pela bicicleta na Rua Felipe de Oliveira, um trajeto comum antes do ocorrido criminoso e violento que marcou o local como cena de crime investigado pelas polícias civil e militar.
Outros envolvidos ainda estão sob investigação
Além dos dois seguranças detidos — Davi Santos Machado e Jorge Luiz Machado Dias —, foram identificados outros participantes no espancamento da vítima. Estão presos os entregadores via aplicativo, Ailton José da Silva e também Felipe Eduardo dos Santos Silva.
Estes três indivíduos serão levados à audiência de custódia já neste domingo (23). No entanto, a polícia segue apurando um quinto suspeito: nas imagens das câmeras de segurança foi visto outro homem desferindo chutes na cabeça do corpo inerte que era Cláudio Rafael Landeiro Moreira.
Esse indivíduo ainda não chegou a ser identificado pelas autoridades policiais e está foragido desde o momento em que cometeu seu ato no local.”