Sarah Andrade foi eliminada do ‘BBB 26’, da Globo, nesta terça-feira, 10 de fevereiro. Após o jogo, ela participou do Bate-Papo BBB, revisando os momentos que marcaram sua trajetória, incluindo os conflitos com Ana Paula. Durante o programa, ela assistiu às cenas em que a rival comentava sobre ela e aos vídeos em que ela falava sobre a antagonista.
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Reação e Sentimentos
Ao revisitar os momentos, Sarah não conseguiu conter as lágrimas. Em seguida, ela expressou seus sentimentos: “Desculpa, se o povo estiver gostando disso, eu sinto muito. Não tem como gostar, eu não consigo”. A declaração revelou o desconforto que ela sentiu com a dinâmica do jogo.
A Dúvida sobre o Duelo de Risco
Ceci Ribeiro questionou o motivo de Sarah não ter chamado Ana Paula ao Duelo de Risco. Sarah justificou: “Na minha cabeça, o Babu [Santana] seria mais fácil de sair do que ela. […] Comparando os dois, eu acreditava que ele seria uma pessoa que eu gostaria de tirar do jogo”.
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Evitando o Confronto Direto
Sarah também comentou sobre a ‘fuga’ do embate direto com Ana Paula: “Talvez tenha faltado, né? Mas, não seria eu, essa não seria eu, infelizmente”. E completou: “Se o povo gosta disso, não era para eu estar ali e não é para ganhar o programa.
Para mim, não faz sentido eu ser desse jeito só para… Passar por cima de quem eu sou”.
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A Opinião de Gil do Vigor
Gil do Vigor também opinou sobre a postura de Sarah, dando um “baile” nela. “O que parecia para todo mundo aqui fora era que estava presa no BBB 21, Sarah. Tu ficava o tempo inteiro: ‘Porque na minha edição…’ Era um novo jogo, era um novo programa.
Acabou, Big Brother. Você quer um bolo? Eu te dou bolo. Era outra coisa, era a chance de você começar tudo de novo. Esquece o BBB 21”, disse.
Reflexões sobre a Dinâmica do Jogo
Gil continuou: “E o meu segundo baile que eu separei… Sarah, você não aprendeu? Já que é para usar o BBB 21, que usasse para aprender. Você sabia que não dá para ficar repetindo falar da mesma pessoa o tempo inteiro”.
A Percepção do Público
Por fim, Gil destacou: “E o meu terceiro baile é que você ficava falando: ‘Não é possível que o público gosta disso’. Mas, Sarah, quem somos nós para decidir o que público gosta? O que você poderia falar é o seguinte: ‘O que o povo gostou é o direito dele, mas eu não vou fazer isso’. Parecia que às vezes você queria ditar o que público podia gostar ou não. (…) Quem está gostando se sente incomodado o tempo inteiro”.
