Possível SAF no Santos após oferta de R$ 2 bilhões em 2026
Na tarde desta quinta-feira (05/03), surgiram novas informações sobre a possibilidade do Santos se tornar uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF) em 2026. Recentemente, Marcelo Teixeira, presidente do clube, aceitou uma oferta não vinculante do grupo norte-americano Saint Dominique para a aquisição do Santos.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Essa aceitação permite que a empresa realize uma diligência para verificar a documentação, a situação financeira e outros aspectos relevantes do clube. É importante ressaltar que, até o momento, isso não significa que a venda do Santos esteja confirmada.
Marcelo Teixeira também poderá investigar a capacidade do grupo para realizar esse investimento.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Detalhes da proposta do Saint Dominique
A proposta do Saint Dominique Sports chamou a atenção no cenário do futebol brasileiro e internacional. O valor da oferta gira em torno de 350 milhões de euros, o que equivale a aproximadamente R$ 2 bilhões. Caso a negociação avance, a empresa ficaria com 80% da participação do clube, representando um dos maiores investimentos já realizados em um time brasileiro.
A diligência tem um prazo de 60 a 90 dias para ser finalizada. Após esse período, o grupo poderá decidir se oficializa a oferta vinculante. Se a negociação for concretizada, o Santos poderá iniciar uma nova fase administrativa com a participação de investidores internacionais.
LEIA TAMBÉM!
Clubes brasileiros que se tornaram SAF
Atualmente, mais de 100 clubes no Brasil já se tornaram SAF. Na Série A, destacam-se Botafogo, Bahia, Cruzeiro, Atlético-MG, Vasco e Fortaleza, que buscam reestruturação financeira, melhoria de elenco e redução de dívidas.
Na Série B, também há clubes importantes como Atlético Goianiense, Coritiba, América-MG, Cuiabá, Novorizontino, Amazonas e Ferroviária. O Atlético-MG lidera o ranking das SAFs mais valiosas do Brasil, avaliado em R$ 3,3 bilhões, seguido pelo Botafogo, com R$ 1,857 bilhões, e o Bahia, com R$ 1,783 bilhões.
O Cuiabá foi um dos primeiros clubes a operar como SAF, consolidando sua estrutura de clube-empresa.
