Santa Catarina surpreende com reajuste de 7,3% no salário mínimo regional, superando o nacional! Descubra as novas faixas salariais e seus impactos!
O estado de Santa Catarina anunciou um reajuste de 7,3% no salário mínimo regional, estabelecendo faixas que variam de R$ 1.730,00 a R$ 1.978,00. Esses valores superam o salário mínimo nacional, fixado em R$ 1.621,00 para 2026. A alteração foi oficializada pela Lei Complementar estadual número 869.
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O modelo catarinense para definir o piso salarial é único, pois envolve a participação de sindicatos patronais e representações de trabalhadores. Dessa forma, o governo estadual valida os números finais sem interferências legislativas arbitrárias no processo.
O sistema de Santa Catarina organiza os trabalhadores em quatro faixas salariais distintas, levando em conta a natureza das atividades desempenhadas. Cada setor econômico possui um piso específico e obrigatório para os empregadores.
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O salário mínimo regional é um piso salarial instituído pelo estado por meio de legislação própria, exigindo valores superiores ao mínimo nacional. Essa medida visa adequar a remuneração mínima ao custo de vida local e às características do mercado de trabalho.
A Lei Complementar federal número 103, em vigor há mais de 20 anos, autoriza os estados a criarem seus próprios pisos salariais. A Constituição Federal também respalda essa possibilidade, garantindo um pagamento proporcional à complexidade do trabalho realizado.
Entretanto, o piso regional se aplica apenas aos empregados das categorias expressamente previstas na legislação estadual. O trabalhador só recebe esse valor se não houver um piso superior estabelecido por lei federal específica.
Uma dúvida comum entre os trabalhadores é sobre a aplicação da lei estadual. Servidores públicos estaduais e municipais estão excluídos, pois possuem regras de remuneração próprias. Além disso, jovens aprendizes não são contemplados, uma vez que seguem diretrizes federais específicas.
As empresas também não aplicam o piso regional para trabalhadores que já possuem convenções coletivas de trabalho que estipulam valores superiores.
Autor(a):
Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.