Santa Catarina aumenta salário mínimo! Em 2026, trabalhadores recebem R$ 1.792, superando o piso nacional. Aprovado em 2025, o reajuste de 7,27% impulsiona a economia local. Saiba mais!
Em março de 2025, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina aprovou uma importante mudança: um reajuste de 7,27% no salário mínimo regional. Com essa medida, muitos trabalhadores catarinenses passam a receber R$ 1.792 em 2026, um valor que ultrapassa o piso nacional, atualmente fixado em R$ 1.621.
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A legislação catarinense estabeleceu diferentes faixas salariais, dependendo do setor de atuação de cada profissional. Os valores variam de R$ 1.730 a R$ 1.978, buscando garantir uma remuneração mais adequada ao custo de vida na região. Essa estrutura visa atender às necessidades específicas de cada setor produtivo.
O aumento do salário mínimo foi resultado de um longo processo de diálogo entre empregadores e trabalhadores. O presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), Mario Cezar de Aguiar, destacou a importância dessa negociação, que se estendeu por 16 anos.
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Ele enfatizou que o consenso alcançado demonstra o respeito mútuo entre as partes e a relevância da negociação direta.
Aguiar também ressaltou o papel fundamental dos trabalhadores no desenvolvimento do estado, reconhecendo sua força como motor de crescimento e desenvolvimento. A valorização do trabalho é vista como um elemento chave para a prosperidade de Santa Catarina.
O coordenador sindical do DIEESE-SC e diretor da FECESC, Ivo Castanheira, reforçou a relevância do modelo adotado em Santa Catarina. Ele mencionou os 16 anos de trabalho sério e respeitoso entre as partes, incentivando que outras centrais sindicais e federações também busquem o consenso através da negociação.
Castanheira ressaltou o avanço das habilidades de negociação, buscando sempre o consenso, o que contribui para a estabilidade e o desenvolvimento do mercado de trabalho em Santa Catarina.
O salário mínimo regional de Santa Catarina, criado em 2010, representa um esforço para garantir uma remuneração justa aos trabalhadores, superior ao piso nacional e ajustada ao custo de vida local. A manutenção desse modelo, com acordos consensuais e sem imposição governamental, é um marco na relação entre empregadores e trabalhadores no estado.
Autor(a):
Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.