Em 2026, as costureiras em São Paulo garantem um salário mínimo de R$ 1.804,00, superando o nacional. Descubra como isso impacta a categoria!
Em 2026, as costureiras em São Paulo recebem um salário mínimo de R$ 1.804,00 por mês, conforme a legislação estadual. Esse valor é aplicável às trabalhadoras que não têm um piso salarial definido por acordos coletivos, abrangendo uma parte significativa da categoria no estado.
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É fundamental compreender a distinção entre o salário mínimo nacional e o paulista. O governo federal estabeleceu o salário mínimo nacional em R$ 1.621,00 em 2026, que serve como referência para todo o Brasil. No entanto, a Constituição permite que os estados definam um piso regional superior, e São Paulo adota um valor maior.
O salário mínimo paulista foi instituído pela Lei nº 18.153, sancionada em 2025, e entrou em vigor em 1º de julho do mesmo ano. Desde então, o valor permanece em R$ 1.804,00, sem reajustes até o momento. O piso estadual representa o menor valor que as empresas podem pagar a determinadas categorias profissionais, incluindo as costureiras.
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Esse piso se aplica a trabalhadores que não possuem convenção coletiva ou acordo sindical específico. A convenção coletiva é um acordo entre sindicatos de trabalhadores e empregadores que estabelece salários e direitos. Assim, as costureiras são beneficiadas pelo piso estadual, garantindo que, na ausência de um acordo sindical, o salário mínimo a ser pago seja de pelo menos R$ 1.804,00.
O salário mínimo nacional de R$ 1.621,00 continua sendo a referência geral no Brasil. Contudo, em São Paulo, o valor estadual prevalece quando é superior. Portanto, as costureiras no estado recebem, no mínimo, R$ 1.804,00, a menos que um piso maior seja estabelecido por um sindicato.
Até agora, o governo de São Paulo não anunciou novos reajustes para 2026. O piso estadual permanece com o mesmo valor definido em 2025. Qualquer proposta de aumento precisaria ser aprovada pela Assembleia Legislativa. Enquanto isso, os empregadores devem respeitar o valor atual, garantindo uma proteção maior para as profissionais da costura no estado.
Autor(a):
Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.