Sabrina Carpenter lança álbum com letras mais ousadas e intensifica a carga sexual
A artista cativou o público com suas canções carregadas de jogos de palavras, estrofes de duplo sentido e melodias provocativas.

Em determinado momento, filmes de comédia sexual, que abordavam relacionamentos através do humor sugestivo, alcançaram grande popularidade. Uma nova produção, agora totalmente musical, pode atrair a atenção com letras cheias de trocadilhos, versos ambíguos e melodias provocantes.
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Na sexta-feira (29), a cantora Sabrina Carpenter, 26 anos, lançou “Man’s Best Friend”, seu novo álbum de estúdio que, desde o primeiro single (“Manchild”) e as fotos de divulgação, apresentou uma letra contundente e imagens impactantes.
Quando divulgou a capa do projeto, Sabrina Carpenter já havia gerado controvérsia. Na imagem, a artista pop é vista sentada enquanto um homem puxa seu cabelo. Alguns a criticaram pela suposta objetificação, enquanto outros a defenderam como uma crítica à misoginia.
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Em 38 minutos de música, Sabrina se entrega de cabeça a composições sexualmente explícitas, com letras repletas de insinuação e autoafirmação. Em faixas como “Tears” e “House Tour”, ela explora imagens sensuais e uma linguagem bem-humorada.
O segundo álbum e single, com um videoclipe também lançado nesta sexta-feira, “Tears” já inicia o projeto repleto de duplos sentidos. O próprio nome da música, que em português pode ser traduzido como “Lágrimas”, não quer dizer necessariamente que elas são de Sabrina ter chorado.
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“Eu fico molhada só de pensar em você”, canta Sabrina já no começo da canção. “Lágrimas escorrem pelas minhas coxas”, complementa pouco depois.
Na sequência “My Man on Willpower”, Carpenter satiriza a ideia de que o homem, “em sintonia com suas emoções”, “não me toca nem com uma vara de seis metros”. A ironia, novamente, pode ser vista em uma frase de teor sexual.
A faixa de aparência ousada, intitulada “House Tour”, pode sugerir um “tour pela casa”, que na realidade pode ser interpretado como um tour pelo corpo da cantora. “Você quer um tour pela casa? Posso te levar ao primeiro, segundo, terceiro andar. E eu prometo que nada disso é uma metáfora. Eu só quero que você entre. Querido, o que é meu agora é seu”, canta ela no refrão.
Em outra parte da música, um dos pontos mais intensos do conteúdo sexual do álbum. “Eu só quero que você entre, mas nunca entre pela porta dos fundos”, entoa.
Já em “We Almost Broke Up Last Night”, Sabrina se refere, literalmente, a sexo oral nas versões: “We almost broke up, we almost broke up again/ Ele me deu o coração inteiro, então eu dei a ele a boca”.
Na gravação do álbum, com a principal contribuição do produtor Jack Antonoff, Sabrina explora sonoridades de country, R&B, disco e pop.
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Fonte por: CNN Brasil
Autor(a):
Redação Clique Fatos
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