Rússia promete apoio inabalável a Cuba em meio a sanções dos EUA e crise de combustível
Rússia reafirma apoio a Cuba em meio a sanções dos EUA, enquanto a crise de combustível se agrava. Descubra os detalhes dessa relação estratégica!
Rússia reafirma apoio a Cuba diante de sanções dos EUA
A Rússia declarou nesta quinta-feira (21) que continuará a oferecer apoio ativo a Cuba, mesmo diante das tentativas dos Estados Unidos de pressionar e intensificar as sanções contra a nação caribenha, que é governada por um regime comunista. Na quarta-feira (20), os EUA anunciaram uma escalada significativa em sua campanha contra Cuba, onde os comunistas, liderados por Raúl Castro, estão no poder desde a revolução de 1959, liderada por seu irmão, Fidel Castro.
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Maria Zakharova, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, afirmou a jornalistas: “Continuaremos a fornecer o apoio mais ativo ao povo irmão cubano durante este período extremamente difícil”. Ela também expressou a solidariedade da Rússia a Cuba e condenou veementemente qualquer tentativa de interferência nos assuntos internos de um Estado soberano, além de criticar as medidas restritivas unilaterais, ameaças e chantagens.
Contatos entre Rússia e Cuba
O governo russo informou na segunda-feira (18) que está em contato com a liderança cubana para discutir possíveis ações que possam mitigar os efeitos do bloqueio petrolífero imposto pelos Estados Unidos. Esse bloqueio resultou em um rigoroso racionamento, com os preços da gasolina e do diesel quase dobrando na semana passada.
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Desde o final de março, Havana não recebe carregamentos de petróleo, após a entrega de aproximadamente 700 mil barris, o que seria suficiente para abastecer a ilha, com uma população de dez milhões de habitantes, por cerca de duas semanas. A crise de combustível tem se agravado nas últimas semanas, com a escassez levando muitos cubanos a não conseguirem utilizar seus veículos.
O governo cubano reconheceu a gravidade da situação, informando que, embora algumas opções de importação de combustível ainda estejam disponíveis, os novos preços dependerão de diversos fatores, o que pode resultar em custos ainda mais altos para a população.