Ronaldo Caiado critica ausência de Lula e aponta rejeição popular em evento importante
Ronaldo Caiado critica a ausência de Lula em evento e aponta incompatibilidade com o público. Entenda as polêmicas e as alianças em jogo na política!
Ronaldo Caiado Critica Ausência de Lula em Evento
O pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), declarou nesta quinta-feira (4) que a falta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no evento se deve à sua “incompatibilidade” com o público presente. O ex-governador de Goiás afirmou que, caso o petista estivesse presente, seria “duramente vaiado”. “A ausência dele aqui é um reflexo da incompatibilidade com o povo.
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Se ele viesse hoje, seria vaiado, e ele sabe que não pode enfrentar a população”, comentou Caiado.
Mais cedo, Lula anunciou que não participaria do evento. A marcha, que ocorreu durante o feriado de Corpus Christi, contou com a presença de diversas autoridades e lideranças políticas, incluindo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o advogado-geral da União, Jorge Messias.
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Caiado contestou a justificativa de Lula, afirmando que o presidente evita eventos públicos devido à sua rejeição popular.
Críticas ao Governo Federal
O ex-governador criticou ainda o governo federal, acusando o presidente de utilizar a estrutura da administração pública para fins eleitorais. “Ele está usando todos os recursos do governo federal para tentar reverter o resultado das eleições, aplicando populismo e artifícios que penalizam a economia brasileira para tentar ganhar a eleição”, afirmou.
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Em conversa com jornalistas, Caiado também comentou sobre uma possível aliança com o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema. Ele destacou que o objetivo principal é unir a centro-direita para derrotar o atual governo. “Estamos conversando sobre isso.
O importante é estarmos unidos para chegar ao segundo turno com um candidato que vença Lula. Esse é o ponto principal”, disse.
Construção de uma Candidatura Única
Ao discutir a formação de uma candidatura única, Caiado enfatizou que o nome da centro-direita que avançar para o segundo turno não pode ter questionamentos que provoquem divisões políticas. “Cada um deve se explicar sobre as dúvidas que surgirem.
O fundamental é que eventos futuros envolvendo pré-candidatos da centro-direita não criem cisões no segundo turno. Se chegarmos com feridas abertas, a centro-direita pode ficar omissa e perder a eleição. Isso é inaceitável”, concluiu.