Romeu Zema critica Flávio Bolsonaro e chama explicações de “imperdoáveis” em coletiva

Romeu Zema critica Flávio Bolsonaro após áudios polêmicos e expressa decepção. Entenda a repercussão e o futuro das relações políticas entre eles.

21/05/2026 09:16

2 min

Romeu Zema critica Flávio Bolsonaro e chama explicações de “imperdoáveis” em coletiva
(Imagem de reprodução da internet).

Críticas de Romeu Zema a Flávio Bolsonaro

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência pelo Novo, Romeu Zema, manifestou nesta quarta-feira (20) que as explicações do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre os áudios enviados a Daniel Vorcaro, do Banco Master, “não foram convincentes o suficiente”.

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Durante uma coletiva de imprensa após sua participação na Marcha dos Municípios, em Brasília, Zema expressou sua decepção: “Continuo muito decepcionado”.

A crítica de Zema surge como uma das primeiras reações ao áudio divulgado pelo Intercept Brasil, que menciona valores milionários destinados à produção do filme “Dark Horse”, que narra a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

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O ex-governador classificou o conteúdo como “imperdoável” e “um tapa na cara do brasileiro”. Apesar disso, em declarações mais recentes, Zema indicou que o episódio seria uma “página virada”.

Credibilidade e Relações Políticas

“Precisamos de um presidente com credibilidade. Mesmo residindo na mesma cidade que o banqueiro bandido, nunca tive uma reunião com ele. Ele buscou pessoas que acreditava que o receberiam bem. Minha forma de atuar é o oposto do que ele [Vorcaro] pratica. É até estranho que ele nunca tenha procurado o governo de Minas”, afirmou Zema.

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O endurecimento das críticas de Zema ocorre após Flávio ter reconhecido um encontro com o proprietário do Master, que aconteceu após a primeira prisão deste, decretada no final de 2025. O senador alegou que procurou Vorcaro para “botar um ponto final na questão” relacionada à produção do longa.

Vale lembrar que Zema e Flávio já tiveram uma relação pública mais próxima desde o início da pré-campanha ao Planalto, aparecendo juntos em vídeos e brincando sobre a possibilidade de compor a chapa um do outro, com o objetivo de unir a direita para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um possível segundo turno nas eleições de outubro.

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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