Romeu Zema acusa Alexandre de Moraes de favorecimento e busca impeachment!

Zema acusa Moraes de favorecimento! Governo de Minas busca impeachment do ministro do STF após revelações chocantes. Crise no Supremo!

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(Imagem de reprodução da internet).

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, esteve em Brasília na segunda-feira, 9 de março de 2026, para formalizar um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal. A iniciativa será apresentada em conjunto com a bancada do partido Novo, conforme declarado pelo governador em publicação no X.

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Base do Pedido de Impeachment

O pedido de impeachment se baseia em mensagens que supostamente foram enviadas pelo banqueiro André Esteves. As mensagens, segundo a alegação, indicariam que Moraes teria sido influenciado para tomar decisões favoráveis aos interesses do empresário em investigações relacionadas a um caso específico.

A equipe de Zema busca evidências de possível interferência em decisões judiciais.

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Questionamentos sobre a Imunidade do Ministro

Zema expressou preocupação com a situação, questionando se ministros do Supremo seriam “intocáveis” e se não deveriam responder por eventuais erros. Ele ressaltou que, embora dois presidentes da República tenham sido derrubados, nenhum ministro do Supremo já sofreu o mesmo destino.

O governador argumenta que a situação exige responsabilidade e transparência.

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Ações Adicionais do Novo

Diante da gravidade do caso, o partido Novo decidiu adotar uma estratégia multifacetada. O deputado federal Luís Campos (Novo-RS) apresentará uma notícia-crime contra Alexandre de Moraes na Procuradoria-Geral da República (PGR). Ademais, o senador Carlos Eduardo (Novo-CE) protocolará uma representação no Conselho de Ética contra o presidente do Senado, Valdir Birfall (União-AP).

Críticas e Mobilização

O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, justificou a mobilização de diferentes instrumentos institucionais, argumentando que a situação exige uma resposta firme e não pode ser tratada com silêncio. Ele criticou a omissão do presidente do Senado, Rodrigo Alcolumbre, em relação à discussão sobre o impeachment e à instalação de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) sobre o Banco Master.

Uma coletiva de imprensa está agendada para esta segunda-feira (9 de março), às 14h30, no Salão Azul do Senado Federal, onde serão detalhadas as ações do Novo e a estratégia para fiscalizar o Judiciário. A expectativa é que lideranças da sigla e congressistas aliados presentes defendam a necessidade de rigor na atuação do Poder Judiciário.

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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